Contos Eróticos

Contos Eróticos Deliciosos

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Lista dos Contos Eróticos Mais Picantes e Deliciosos

Transando com o meu cunhado
Meu vizinho me transformou em putinha aos 18 anos
Virgem na pepekinha, cuzinho arrombado
Minha primeira vez foi com um homem mais velho
A amiga da igreja Minha primeira experiência lésbica
Dei minha buceta em um banheiro público do centro de convenções
Esposa safada e boazinha

 

A Nova Empregada Gostosa

A nova empregada

A Margarida chegou em nossa casa como uma recomendação de uma amiga que tínhamos no interior. Ela tinha uns dezoito anos, era baixinha e um pouco gordinha, com o rosto avermelhado pelo trabalho na roça e os cabelos descuidados e curtos, pintados de vermelho com água oxigenada. Ela era esforçada para fazer as tarefas de casa, no entanto, parecia um pouco distraída e menos inteligente que as outras empregadas que trabalharam em minha residência.

Eu e minha esposa sempre demos oportunidades para essas meninas que vêm do interior para a capital a fim de estudar e melhorar um pouco mais de vida, e melhorar também a vida de seus familiares. E assim foi com a Margarida. Ele veio praticamente morar em nossa casa. Durante o dia ela cuidava da casa, fazia comida, coisas assim, e também era a babá dos meus dois filhos, ambos bem novinhos, com uns 3 e 5 anos de idade. À noite ela estudava em um colégio no nosso bairro mesmo.

Uma tarde eu voltei do escritório mais cedo do que de costume. Havia um jogo amistoso do Brasil e, como não havia nenhum cliente, dispensei a secretária e resolvi ir para casa assistir. Me sentei no sofá da sala, com uma dose bem generosa de whisky e me acomodei para assistir ao jogo bem tranquilo. Minha mulher ainda estava em seu trabalho e a Margarida estava ocupada dando banho nos meninos no banheiro social da casa.

De repente escutei uns gritos e, preocupado, corri até lá para ver o que estava acontecendo. Os meninos estavam fazendo uma algazarra danada dentro do banheiro, impedindo que a Margarida desse banho neles corretamente. Havia água e sabão por todo o lado, até nas paredes. E a coitada da menina toda ensopada, fazendo o possível para que as duas crianças não fizessem uma bagunça maior ainda.

Fiquei parado na porta do banheiro como forma de impor um pouco de respeito. Eu sabia que os meninos estavam agindo daquela maneira porque eu estava em casa, ou seja, eles estavam querendo chamar a atenção do pai. E a situação estava até divertida. Fazia tempo que eu não os via tão felizes e brincalhões.

- Está vendo, está vendo? - a Margarida começou a falar para um de meus filhos. - Seu pai está aqui agora... vamos ver se você vai continuar jogando água em mim!... Seu Edson, está vendo a bagunça que eles estão fazendo? - ela continuou falando, sem olhar pra mim, enquanto tentava ensaboar os meninos. De fato o chão do banheiro estava alagado, e a blusa da Margarida estava muito molhada mesmo.

Com medo de escorregar e cair, ela ficou de cócoras e começou a esfregar as costas de um dos meninos com uma esponja que jogava espuma aos quatro cantos. No entanto, quando ela se agachou, sua saia subiu um pouco mais do que devia e surgiu na frente dos meus olhos um par de coxas imensas, roliças, muito lindas e lisinhas. Caralho! Fiquei surpreendido com a visão. Nunca imaginei que aquela menina tão desastrada tivesse coxas tão gostosas.

Eu até estranhei isso. Sempre fui um homem mulherengo e comi quase todas as meninas que trabalharam na nossa casa. Como não prestei atenção na Margarida antes? É certo que ela era um pouco feinha, mas aquelas coxas compensavam qualquer falta de beleza em seu rosto. E agora, olhando ela assim mais de perto eu percebia que dava pra aproveitar muita coisa. Os lábios dela eram bem carnudos, os dentes branquinhos, a bunda bem empinada. Ela só precisava andar um pouco mais arrumadinha e ser um pouco mais esperta.

Continuei na porta do banheiro até que ela terminou de banhar os meninos e secá-los com uma grande toalha. Quando ela finalmente os levou para o quarto e começou a vesti-los, eu percebi que a paz já reinava novamente e decidi voltar para a sala e continuar assistindo o meu jogo.

Me sentei no sofá e bebi mais uma dose de whisky. Fiz todo o possível para me concentrar de novo no jogo, mas eu não conseguia. Eu tinha gravado na minha mente as coxas da Margarida. Que delícia de coxas! Como eu não tinha prestado atenção? Eu precisava ver mais. Assim, me levantei e voltei de novo ao banheiro. Os meninos estavam no quarto deles dando seguimento às suas travessuras, mas eu percebi que a Margarida estava lá no banheiro limpando e secando o chão.

Cheguei até a porta e olhei para ela, para sua blusa toda molhada e transparente, exibindo seus seios, e também para a sua saia totalmente ensopada, deixando ver claramente os contornos de sua calcinha. Caralho! Que tentação dos infernos.
- Você está bem molhada mesmo, Margarida! - falei.
- Não tem problema, seu Edson... estou acostumada! - ela respondeu, me olhando bem rápido.

- Mas isso não é nada bom, menina... você precisa se secar rápido ou vai pegar um resfriado! - falei e, em seguida, peguei uma toalha, estendi nos ombros dela e comecei a apertar levemente, como uma massagem. - Vamos secar isso o quanto antes... não queremos você gripada, né? - continuei.

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A Margarida não falava nada, e só continuava secando o chão com o esfregão. E eu continuei massageando seus ombros e costas com delicadeza, por cima da toalha. Ela parecia não esboçar nenhuma reação, e isso estava me deixando muito nervoso. Pela minha vivência eu sei que esse tipo de coisa tem que ser resolvida logo, ou a oportunidade passa. Fiz ela ficar parada de frente para mim e passei a toalha rapidamente por cima de um de seus seios.

Nossa! A menina tinha uns peitos enormes e cheios de juventude. Percebi que os bicos dos seios estavam duros e pontudos. Passei a mão novamente, dessa vez sem a toalha, e pude sentir em seu seio os latidos de seu coração, muito excitado.
- Você tem namorado, Margarida? - perguntei, muito animado.
- Eu? Quem me dera, seu Edson! - ela respondeu. - Quem vai querer namorar uma menina feia como eu?

Meu pau estava muito duro, aprisionado na minha bermuda, querendo saltar para fora.
- Pois esses rapazes não sabem o que estão perdendo, Margarida! - sussurrei no ouvido dela e enviei a mão por baixo de sua saia. Acariciei suas coxas e meus dedos foram em direção à sua calcinha, que estava com o fundo molhadinho, e não era por causa da água, com toda certeza. Apertei a buceta dela levemente e senti seu corpo se estremecer todo.

- Ai, seu Edson... por favor... não faz... isso... meu deussss... a gente... não... pode...! - ela murmurou, sem muita convicção. E eu fui em frente. Sua saia de tecido leve foi parar no chão com um simples puxão para baixo. Que delícia! Na minha frente surgiu uma calcinha de algodão, cheia de desenhos, dessas calcinhas de menina mais comportada.
- Oh, menina... se eu soubesse antes que você era tão gostosinha assim...! - falei no ouvido dela.

- Ahhhhhh... a gente... não... seu Edson... a dona... Carla... ela... pode...! - ela sussurrou, mas nem terminou a frase. Me ajoelhei na frente dela e tirei sua calcinha. Vi uma bucetinha gordinha, toda peludinha, com uma rachinha perfeita, convidativa, pronta para ser penetrada. E os meninos em seu quarto, fazendo a maior farra. O vento, com certeza, estava soprando a meu favor.

- Vem cá, vem... deixa eu meter gostoso nessa buceta, deixa, sua deliciosa! - falei e dei um beijo na boca da Margarida, o qual ela correspondeu com fervor, com a boca muito molhada e a língua cheia de saliva. Depois a coloquei de costas para mim, apoiada na pia. Ela agora estava toda entregue, calada, quietinha, como uma boneca de pano, só esperando meus próximos passos. Disposto a não perder mais tempo, dei mais uma escutada nos meninos, fechei a porta do banheiro, liguei o chuveiro e parti para o golpe final.

Tirei minha bermuda e minha cueca rapidamente e me posicionei atrás dela. Abri a bunda dela com uma das mãos, dei umas três pinceladas com a cabeça da rola na racha de sua xoxota e fiz um pouco de pressão. Meu pau entrou macio naquela buceta muito melada e gulosa.
- Ohhhhhhhhh... deusssss... seu Edson... nossaaaa... eu... eu... ahhhhhhhhhhh... a dona... Carla...! - ela gemia e falava.

- Shhhhhhhhhhhhhhhh... só fica quietinha, Margarida... ela nunca vai saber... essa buceta agora é minha, sua gostosa... vou comer muito essa buceta! - gemi no ouvido dela, dando beijinhos em sua nuca. Que foda mais gostosa. Meu pau deslizava gostoso, bem fundo, entrando e saindo sem qualquer dificuldade. E ela ajudava muito, empinando levemente a bunda e procurando meu pênis com a buceta. Que loucura! Tive até que colocar minha mão na boca dela para que ela não gemesse tanto.

- Mmmmmmmmmm... mmmmmmmmm... mmmmmmmmm...!! - ela começou a morder a minha mão e percebi que seu orgasmo estava chegando. A buceta dela gozou tão gostoso na minha pica que eu sentia até os seus anéis vaginais me apertando, querendo me puxar mais para dentro dela. Nessa hora não aguentei mais e enchei ela com uma enorme quantidade de porra. Dei um abraço bem apertado nela por trás e senti que ela gozava de novo, com meu pênis bem engatado em sua bucetinha gordinha e sedenta de atenção.

Quando finalmente a soltei, ela me olhava com uma expressão preocupada, talvez por termos transado sem camisinha e eu ter gozado dentro. Falei que ia sair e comprar uma pílula do dia seguinte para ela tomar e um sorriso de tranquilidade se desenhou em seu rosto. E foi com esse sorriso que a Margarida me deu a periquita várias outras vezes. Percebi que ela estava era precisando de vara, pois nos dias seguintes ela começou a se cuidar mais e aos poucos foi se transformando em uma menina muito bonita.

Meti nela em vários lugares e várias situações diferentes. Muitas noites eu saía do meu quarto, deixando a minha mulher dormindo, e ia para o quarto da Margarida gozar com ela, que foi, durante muito tempo, a minha empregadinha favorita, a minha chupadora de rola favorita. Ah, como me lembro dela. E como me lembro daquela nossa primeira e inesquecível rapidinha no banheiro.

Transando com o meu cunhado

Transando com o meu cunhado

É isso mesmo. Vi meu cunhado gozando na minha calcinha. E isso me deixou em um estado de tesão incontrolável. Vou contar a vocês como tudo isso aconteceu. Meu nome é Ana Clara, tenho 28 anos, branca, cabelos negros e longos. Não sou nem muito magra nem gorda. E me considero bem bonita. Os nomes que vou usar aqui são fictícios, para não me trazer problemas. Mas se um dia meu cunhado ler isso, com certeza ele vai se lembrar do que aconteceu.


O Hugo era o tipo de cara que me fascinava. Bastava eu vê-lo para o meu coração disparar. É claro que eu tinha meus namoradinhos, mas ele vivia invadindo meus sonhos. Em sua presença eu me sentia como uma adolescente boba e sonhadora. Nunca comentei isso com ninguém, nem com minha melhor amiga. Para mim o namorado de uma amiga é intocável. E se for o namorado de sua própria irmã, aí que o intocável ganha um reforço maior ainda. Sim, o Hugo era o namorado da minha irmã Eloísa.

Minha irmã Eloísa é três anos mais nova do que eu. E tenho ainda um irmão mais novo que nós duas, mas ele foi para o exterior morar com meus tios. Assim, ficamos em casa somente eu, minhã irmã e meus pais. E foi assim que, uns três ou quatro meses atrás, minha irmã me ligou no meu trabalho e disse que queria organizar um jantar na nossa casa e que queria a família toda reunida, pois ela queria fazer uma revelação, e para isso a presença de todos era muito importante.

Não coloquei nenhuma objeção. Eu tinha uma folga não tirada na faculdade que eu trabalho e então organizei com o meu superior para aproveitar a ocasião. Nem preciso dizer que eu estava morrendo de curiosidade para saber que revelação seria essa. Além disso, minhas pernas tremiam só de pensar em ficar próxima do Hugo, o homem que fazia o fundo da minha calcinha se molhar todinho.

Na noite combinada, a mesa do jantar estava composta pelo meu pai em um dos extremos, minha irmã Eloísa e seu namorado em um dos lados e, do outro lado da mesa estava a cadeira vazia da minha mãe, que ficou o tempo todo enchendo a mesa com quantidades exageradas de comida, e eu, é claro.

Depois de todos conversarmos bastante sobre coisas sem muita importância, o Hugo, sempre tão correto e comportado, pegou uma linda garrafa de um vinho que ele tinha levado. Parecia ser um vinho muito caro, a julgar pela aparência da garrafa. Então ele se levantou muito gentilmente e encheu nossas taças.
- Eu gostaria de brindar a notícia dessa noite! - ele falou muito sério. Eu estava morrendo de curiosidade. Nesse momento minha mãe já estava sentada do meu lado.

- Vamos nos casar! - o Hugo e a Eloísa falaram quase ao mesmo tempo. Todos brindamos e ele beijou minha irmã. Eu não sabia se ficava alegre ou triste. Nossa! Eu sempre tive uma queda por ele, e sonhava tê-lo na minha cama, me comendo bem gostoso, me chupando todinha com aquela sua boca linda. Eu sei que é errado cobiçar o homem de outra mulher, mas a minha atração por ele tinha começado há muito tempo, e continuava mais forte do que nunca. Ainda bem que sempre fui muito controlada e não perdi a compostura.

- Oh, que lindo, Hugo! Meus parabéns! - falei e fui em direção ao meu futuro cunhado. Ele me abraçou carinhosamente e me deu um beijo no rosto. Sua boca tocou o cantinho da minha. Meu deus! Senti o meu sangue gelar. Que delícia sentir o corpo dele junto ao meu, o volume de seu pênis tocando o meu ventre. E ele estava tão cheiroso, tão sedutor. Minha periquita piscou descontrolada pelo desejo de sentir o pau do Hugo bem dentro de mim, me fazendo gozar repetidas vezes, chamando ele de meu homem. Que loucura, meu deus!

Me remexi na minha cadeira a noite inteira, sentindo o frescor do hálito do Hugo na minha bochecha, quase nos meus lábios. Bem que poderia ter sido nos meus lábios. Me senti como uma adolescente que acabou de tocar em seu cantor ou artista favorito e que não quer lavar a mão jamais. Para complicar a minha vida, eu já tinha tomado umas três taças de vinho, e isso estava me deixando a mil por hora. Minha excitação era tão grande que, não fosse a presença dos meus pais, com certeza eu já teria feito uma burrice.

- Amor, vou tomar um pouco de ar lá fora... e talvez fumar um pouco... está bem? - ouví o Hugo falar quase ao ouvido da minha irmã. Ela somente balançou a cabeça afirmativamente e continuou a conversar muito animada comigo e com meus pais sobre os preparativos para o casamento. E assim continuamos por mais alguns minutos depois que meu futuro cunhado tinha se ausentado da sala de jantar.

Por um momento eu até me senti melhor na ausência dele. Aquela tensão sexual, o desejo de agarrá-lo, de dar pra ele, de gozar no pau dele, tudo isso estava me deixando agoniada. E o efeito do vinho na minha cabeça estava me deixando já bastante tonta, e até um pouco sonolenta. Por isso resolvi me levantar discretamente e ir até o banheiro fazer xixi e lavar o meu rosto. Nem precisei comunicar ninguém na mesa, já que tanto a minha irmã quanto os meus pais estavam tão animados na conversa que, com certeza, não notariam minha ausência também.

Fui até o meu quarto e estranhei que a porta estivesse levemente aberta. É bem verdade que eu estava um pouco alterada por causa do vinho, mas eu tinha certeza de tê-la fechado quando saí. E foi nesse momento que ouvi um leve barulho vindo do meu banheiro. Fiquei mais curiosa ainda. Quem poderia estar lá dentro?

Tirei minhas sandálias e caminhei nas pontas dos pés, sem fazer qualquer barulho. A porta do meu banheiro estava um pouco aberta também, o que me permitiu ver a imagem mais linda de toda a minha vida. O Hugo estava em pé, encostado contra a pia e com os olhos fechados. Uma de suas mãos massageava seu enorme pau, tocando um punheta super gostosa. E na outra mão, para minha surpresa, ele segurava uma calcinha minha, e a esfregava suavemente em seu rosto. Meu deus! A calcinha que eu tinha usado durante todo o dia.

Minha cabeça girou e quase perdi os sentidos. Eu não estava acreditando naquilo. Meu futuro cunhado, o homem para o qual eu daria minha buceta sem pensar duas vezes, estava cheirando minha calcinha, cheirando o fundo da minha calcinha, a parte dela que tinha ficado o dia todo em contato com o meu grelo. E aquele pauzão alí, grosso, duro, com a cabeçona de fora. Minha buceta sugaria aquela vara todinha pra dentro dela e eu só deixaria o Hugo sair de dentro de mim depois de gozarmos várias vezes.

Fiquei completamente em silêncio observando o meu cunhado tocando aquela bronha, uma punheta dedicada a mim, à minha calcinha, ao cheiro da minha xoxota, à vontade que ele também tinha de meter em mim, de me foder. Oh, deus! O pau dele não parava de crescer. Ele ia gozar. E eu estava quase gozando também. Era tudo perfeito. o Hugo era exatamente do jeito que eu imaginava. Como eu gostaria de dar para aquele macho alí, naquele exato momento, dentro do meu banheiro, dentro do meu quarto, na minha casa.

Fiz um esforço enorme para não falar nada e nem fazer nenhum barulho. Reduzi até a minha respiração. Eu estava tão excitada com aquela visão que resolvi aproveitar um pouquinho também. Levantei meu vestido, puxei minha calcinha para o lado e toquei meu clitóris, que respondeu de imediato, enviando um arrepio que percorreu todo o meu corpo.
- Que pena que ele não está cheirando minha buceta! - pensei comigo.

Não foi surpresa para mim encontrar minha xoxota toda lubrificada e escorregadia, e o meu clitóris muito inchadinho e sensível. Nossa! Aquela situação estava mexendo muito comigo. Minha vontade era me jogar na frente do Hugo para que ele visse como eu estava com vontade de transar com ele. Meu deus! A boca dele se abria, seus olhos fechados, seu corpo começando a dar umas tremedinhas do tesão que ele estava sentindo. E a minha calcinha sendo esfregada suavamente contra o seu nariz.

Enfiei dois dedos dentro da minha buceta. Nossa! Eu estava muito molhadinha. Esfreguei meu clitóris mais um pouquinho, depois enfiei os dedos em mim novamente, bem no fundo. Eu estava quase gozando, meu orgasmo ia chegar em poucos segundos se eu não conseguisse me controlar. Mas esse controle estava além da minha vontade. Meus dedos na minha periquita não respondiam mais a nenhuma ordem. Fixei os olhos no pau do Hugo, na minha calcinha na mão dele, e então aconteceu.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh...!! - soltei um gemidinho contido e gozei. Senti um tremor tão intenso percorrer o meu corpo, tirando todas as minhas forças. Minhas pernas falharam e caí de joelhos no chão, ao lado da porta do banheiro. Olhei para o Hugo novamente, com minhas vistas ainda embaçadas, ainda gozando, e percebi o quanto eu estava com vontade de me ajoelhar entre as pernas dele e chupar seu pau, deixar ele todo babado. Eu tinha acabado de ter o orgasmo mas gostoso da minha vida e mesmo assim eu ainda queria mais, muito mais.

Nesse mesmo momento meu futuro cunhado jogou a cabeça para trás e seu rosto se contraiu todo. Ele ia gozar. Que delícia ver aquilo. Rapidamente ele abriu o fundo da minha calcinha em frente ao seu pênis e começou a gozar em cima dela, enchendo ela todinha de porra. Meu deus! Ele estava gemendo baixinho e olhando para a minha calcinha enquanto seu pau disparava a maior quantidade de gala que eu já tinha visto na minha vida.

Em seguida o Hugo dobrou a minha calcinha cuidadosamente e a devolveu ao cesto de roupa suja. Depois ele lavou suas mãos, arrumou a roupa e veio saindo do banheiro. Tentei de todas as formas sair rapidamente do meu quarto para que ele não me visse. Porém, a tontura provocada pelo vinho e a fraqueza que meu orgasmo tinha provocado nas minhas pernas não me permitiram fazer isso. Meu cunhado saiu do meu banheiro e me encontrou alí, com o vestido levantado, em uma tentativa patética de me levantar do chão.



Eu sei que o mais natural nessa situação é o homem pegar a mulher e meter nela em todas as posições possíveis, deixando-a complementamente satisfeita. Mas não foi isso que aconteceu. Nossos olhares se cruzaram por um segundo que pareceu uma eternidade. Nem uma palavra saiu de nossas bocas, e o Hugo se retirou silenciosamente do meu quarto. Meu coração disparou de tal forma que ameaçava sair pela minha boca. Eu precisava ver, eu precisava levar aquela loucura a um nível mais alto.

Entrei no meu banheiro desesperada, fui até o cesto de roupas sujas e peguei minha calcinha. Abri ela e senti de imediato o cheiro de esperma quentinho, muita porra mesmo. Meu deus! Eu estava tão excitada que meu corpo inteiro tremia. Levei minha calcinha próxima do meu nariz e cheirei aquela porra deliciosa. Que cheiro gostoso daquele macho, o macho que estava comendo a minha irmã, e que agora eu sabia, queria me comer também.

Hipnotizada pelo cheiro da gala do Hugo, eu, que nunca tinha provado o gosto de sêmen antes, lambi o fundo da minha calcinha uma, duas, três vezes. E, sem pensar duas vezes, esfreguei minha calcinha toda lambuzada de porra no meu rosto, enquanto meus dedos procuravam meu clitóris novamente. Gozei mais uma vez, em completo desespero, querendo um pau bem grosso dentro de mim, o pau do Hugo. Sim, gozei com a imagem do pau dele perfeitamente desenhada na minha mente.

Alguns minutos depois eu voltei para a sala de jantar, e o Hugo já estava lá, ao lado da minha irmã. Minha mãe me perguntou onde eu estava e inventei uma desculpa qualquer. Eu e meu cunhado agimos como se nada tivesse acontecido e, antes de ir embora, lá veio ele novamente com aquele beijo no meu rosto, bem no cantinho da minha boca. "Deus do céu! Mais uma siririca antes de dormir", pensei.

Depois desse dia não aconteceu mais nada entre eu e o Hugo. Até hoje continuamos agindo normalmente, como se tudo aquilo não tivesse passado de um sonho. Como eu já disse, namorados de amigas e da minha irmã (que agora é noivo dela) são intocáveis. Sinto um desejo profundo por ele, e sei que ele sente o mesmo por mim, pois a tensão sexual é muito alta quando estamos próximos. Por várias vezes me finjo de descuidada e deixo ele ver minha calcinha, como uma forma de convidá-lo a gozar pra mim de novo. Vamos ver até onde ele vai resistir.

Se você é homem e também tem esse fetiche por calcinha, deixe comentários nesse meu conto. Vou adorar ler as safadezas que vocês têm para contar. Beijos a todos. Com amor, Ana Clara.

Meu vizinho me transformou em putinha aos 18 anos

Meu vizinho me transformou em putinha aos 18 anos

Oi, leitores do site Estórias de Sexo. Gosto muito de ler contos eróticos e entro aqui com muita frequência. Meu nome é Gizele e tenho, atualmente, 23 anos. Vou contar para vocês algo que aconteceu quando eu tinha apenas 18 aninhos, e que me marcou para sempre.

Sou maranhense, de São Luís, mas moro em Brasília já faz alguns anos. Meu pais se mudaram para cá quando eu ainda tinha 15 anos. Sou uma menina magra, mas não muito. Tenho uma bundinha bem bonita e os seios bem atraentes. Pelo menos é o que dizem. Meus cabelos são castanho claro, meus olhos são castanhos também e tenho uma boca pequena com lábios bem grossos.

Desde pequena eu já chamava a atenção dos homens, mas foi com 16 e 17 anos que percebi que os olhares masculinos realmente cairam sobre minha pessoa. Meu deussss! Onde eu passava os homens quase ficavam loucos, mesmo quando estavam acompanhados de suas esposas ou namoradas. Eu ficava muito orgulhosa, mesmo ouvindo as cantadas mais indecentes. E, durante as minhas siriricas, eu me lembrava de tudo o que eu ouvia na rua e gozava como uma desesperada.

Morávamos em um prédio daqueles que têm vários apartamentos por bloco. Um dia eu estava saindo para o colégio e fui até o elevador. Apertei o botão de descer e fiquei esperando. Quando a porta se abriu eu vi um homem de uns 40 anos, muito bonito, com um corpo bem cuidado e muito atrativo. Na hora senti umas "cosquinhas" na barriga e minha buceta começou a palpitar, como se quisesse falar. Fazia tempos que eu não sentia aquilo.

Desde pequena eu já chamava a atenção dos homens, mas foi com 16 e 17 anos que percebi que os olhares masculinos realmente cairam sobre minha pessoa. Meu deussss! Onde eu passava os homens quase ficavam loucos, mesmo quando estavam acompanhados de suas esposas ou namoradas. Eu ficava muito orgulhosa, mesmo ouvindo as cantadas mais indecentes. E, durante as minhas siriricas, eu me lembrava de tudo o que eu ouvia na rua e gozava como uma desesperada.

Morávamos em um prédio daqueles que têm vários apartamentos por bloco. Um dia eu estava saindo para o colégio e fui até o elevador. Apertei o botão de descer e fiquei esperando. Quando a porta se abriu eu vi um homem de uns 40 anos, muito bonito, com um corpo bem cuidado e muito atrativo. Na hora senti umas "cosquinhas" na barriga e minha buceta começou a palpitar, como se quisesse falar. Fazia tempos que eu não sentia aquilo.Bom dia, mocinha... como você está? - ele me cumprimentou, muito educado.
- Bom dia... estou bem... obrigada! - respondi e entrei no elevador.
- Qual o seu nome?
- Gizele... e o seu? - perguntei e ele me falou que se chamava Marcos. Em seguida ele me perguntou minha idade, onde eu estudava e coisas assim.

Foi a típica conversa de elevador. Mas, nossaaaaa! Como aquele homem estava cheiroso. E sua voz era encantadora. O fundo da minha calcinha estava molhadinho. Torci para que aquele elevador desse algum problema e parasse alí mesmo, só pra eu ficar mais tempo perto dele. Mas, enfim, quando chegamos ao térreo ele se despediu de mim com um "até logo" e se foi.

Passei vários dias pensando nele, mas nossos horários não batiam de jeito nenhum, até que um dia nos encontramos novamente, e a conversa foi super agradável. Então memorizei mais ou menos a hora que ele saia e nossos encontros no elevador coincidiram mais, ao ponto de nos tornarmos amigos. Aos poucos ele foi me falando coisas sobre ele, que estava morando há pouco tempo na cidade, que não conhecia ninguém ainda e que estava muito feliz em me ter como amiga.

Os dias foram passando e fui criando mais intimidade com o Marcos, ao ponto de trocarmos números de nossos celulares. A partir daí ele me enviava mensagens de "bom dia" e "boa noite" todos os dias. E ficava me chamando de "pekena", o que fazia sentido, já que ele era super alto. Nossaaaaa! Eu adorava ler as coisas que ele me enviava. Eu já tinha até perdido a conta de quantas vezes eu tinha me masturbado pensando nele me comendo.

Em um domingo, quase um mês depois de ter conhecido o Marcos, meu celular tocou, por volta das 11:00hs da manhã. Atendi e era ele. Nos cumprimentamos carinhosamente, como sempre.
- Pekena, estou preparando um almoço especial... e pensei em você... o que você acha de vir aqui comer comigo?

- Hummmmmm... não sei... preciso ver... a família está toda reunida aqui hoje, Marcos!... me dá uns dez minutos que vou ver e te retorno! - respondi. Na verdade eu estava louca pra ir, mas só queria criar um pouco de suspense. Um tempinho depois eu mandei mensagem confirmando. No fundo eu sabia que ia rolar algo mais que o almoço, por isso tomei um banho bem caprichado, me depilei, passei loção corporal e vesti um shorts e uma blusinha bem sexy, com as alcinhas do sutiã aparecendo.

- Mãe, pai, vou na casa da Dany e da lá a gente vai dar uma volta, tá? - avisei meus pais e eles concordaram. Em seguida peguei o elevador e subi para o andar do Marcos, que ficava dois andares acima do meu. Bati na porta e ele logo abriu.
- Nossaaaaaaa!! Mas que moça mais linda na minha porta!... é uma pena que hoje não vou comprar nada! - ele brincou.

Percebi que os olhos dele percorreram o meu corpo de cima abaixo, como se estivesse hipnotizado.
- Já que não vai comprar nada... vou embora! - falei sorrindo.
- Só vai embora depois que provar a comida que fiz pra você, pekena!... a propósito, você está linda, Gizele!... entra, por favor!

- Obrigada! - respondi rindo e entrei. Me sentei no sofá da sala e percebi que a TV exibia uns vídeos de música. E, não sei se foi coincidência, estava passando justamente o tipo de música que mais gosto, que são os rocks clássicos. Fiquei super feliz com aquele detalhe.
- Quer beber alguma coisa? - ele me perguntou.

- Sim... tem cerveja?
- Claro... vou pegar! - o Marcos respondeu e foi até a cozinha. Não demorou e ele voltou com duas cervejas pequenas. Então ele me entregou uma e se sentou ao meu lado. Começamos a conversar e rir bastante. A verdade é que eu estava me sentindo muito bem alí com ele. O Marcos era um homem muito divertido para a sua idade. Ele me fazia rir tanto que eu quase fazia xixi na calcinha.

Percebi, no entanto, que durante o tempo todo, ele não parava de me despir com os olhos. Era como se ele me quisesse peladinha alí ao lado dele. Disfarcei o máximo que pude e continuamos a conversar e beber. Depois de umas três ou quatro cervejas, ele finalmente se atreveu a dar o primeiro passo.
- Marcosssssss... eu... eu...! - tentei falar mas não consegui, pois a boca dele já estava colada na minha.

Foi um beijo super carinhoso, completo, com língua e tudo. E eu correspondi na hora, sem qualquer hesitação. A boca dele era muito gostosa, e sua forma de beijar causaria inveja a todos os outros meninos que já tinham me beijado antes. Me senti nas nuvens e ele, ao perceber que eu estava aceitando suas investidas, começou a passar sua mão em minhas costas, e logo chegou até a minha bunda.

- Ohhhhhhhhhhh...!! - deixei escapar um gemido quando sua mão forte apertou minha bunda, me provocando uma deliciosa sensação. Senti sua mão entrar na minha blusa e subir em direção à minha nuca, massageando minhas costas. Meu deusssss!! Minha buceta ficou muito molhadinha.
- Vem cá, vem! - O Marcos se levantou e, sem medir palavras, me segurou pela mão e me levou até o seu quarto.

Entramos no quarto e ele já foi desabotoando sua camisa.
- Uauuuuuuu...! - exclamei quando vi o peitoral dele, todo cabeludo. Nossaaaaa!! Fiquei encantada. Ele percebeu e me deu um lindo sorriso, terminando de tirar sua camisa, sempre me olhando. Em seguida ele tirou sua calça e ficou apenas de cueca, e eu pude ver o enorme volume de seu pau. Na hora engoli em seco, imaginando se eu ia aguentar aquilo tudo.
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O Marcos então se sentou ao meu lado na cama e nossas bocas se encontraram novamente, em um beijo longo e molhado, no qual eu juntava muito cuspe na minha boca e passava para a boca dele, e ele parecia estar adorando aquela provocação. Logo sua boca passou para o meu pescoço e orelhas. Hummmmmm!! Que sensação mais gostosa. Ele sabia mesmo como deixar uma menina com vontade de dar.

Até este dia eu era completamente virgem em todos os meus buraquinhos, e tinha visto como transar somente em filmes e vídeos pornôs. Um calor louco foi subindo pelo meu corpo e não resisti. Escorreguei até o meio das pernas do Marcos e Uauuuuuuuu! O volume de seu pau estava ainda maior. Puxei sua cueca para baixo e a picona saltou para fora, longa, grossa e cheia de veias. Meu deusssssss!! "Ele vai me matar com isso!", pensei.

Comecei a dar beijinhos na cabeça do pau dele, que estava muito cheiroso e limpinho. Passei a língua de cima abaixo, lambendo, passando os lábios bem delicadamente, igualzinho eu tinha visto nos vídeos pornôs. Era a primeira vez que eu estava chupando um pênis, e eu caprichar muito, para o Marcos jamais esquecer. Finalmente abri minha boca o máximo que pude e engoli um bom pedaço daquela carne dura e quente. Nessa hora ele não aguentou e me segurou firme pelos cabelos.

- Ahhhhhhhhhhhhh... pequenaaaaaa... que boquinha mais gostosaaaaaa...!! - ele gemeu e, segurando firme minha cabeça, começou a enfiar o pau bem fundo na minha garganta. Ele estava metendo na minha boca como se ela fosse uma bucetinha. E eu alí, quase sem fôlego. Mas aguentei firme por uns bons minutos. Em seguida ele me puxou para cima dele e novamente beijou minha boca. Nessa hora senti um pouquinho de nojo. Ele percebeu.

- O que foi? - ele me perguntou com um sorriso.
- Ué... eu acabei de chupar seu pau e você vem me beijar... é estranho isso!
- Não é não, pekena... eu não tenho nojo de mim... e nem de você... vem cá! - ele me puxou novamente e me deu um super beijo na boca, e dessa vez eu correspondi louca de tesão.

Enquanto nos beijávamos ele levantou meus braços e tirou minha blusinha e, em seguida, meu sutiã, tudo muito suavemente e com muito carinho.
- Ahhhhhhhhhhhhh... Marcossssss...! - gemi e mordi a boca dele todinha quando senti suas mãos amassando os meus peitos. Ele percebeu que eu tinha gostado daquelas carícias nos meus seios e veio com a boca.

Ufffff!! Me derreti todinha quando ele beijou os biquinhos dos meus seios, um de cada vez, e depois começou a passar a ponta da língua neles, dando leves chupadinhas e depois chupadas fortes, parecendo um bebezão faminto. Que loucuraaaaaa!!! Minha buceta babava tanto que melava todo o fundo da minha calcinha. Eu acho que eu já tinha gozado umas duas vezes e não tinha percebido.

Mas meu castigo estava apenas começando. O Marcos foi descendo a boca pela minha barriga, em direção ao meu umbigo. Quando ele enfiou a língua bem dentro do meu umbigo eu soltei um grito abafado. Se o som da TV não estivesse alto, os vizinhos teriam ouvido com certeza. Ele se limitou e levantar seu olhar e sorrir para mim. Devolvi o sorriso e ele, gentilmente, abriu o botão e o zíper do meu shorts e o puxou para baixo, revelando a pequena calcinha que eu estava usando.

Movimentei as pernas para que ele tirasse meu shorts e fiquei alí, deitada na cama daquele quarentão cheiroso e safado, só de calcinha, esperando ele me devorar inteira. E o Marcos não estava com o mínimo de pressa. Calmamente ele começou a beijar minha xoxota por cima da minha calcinha, passando o nariz, me cheirando, apertando e massageando o meu clitóris com seus lábios. Que agonia!!! Por que ele não enfiava aquele pau em mim de uma vez? Eu estava muito ansiosa.

E então um arrepio percorreu o meu corpo de cima abaixo. O Marcos enganchou os dedos nas laterais da minha calcinha e foi puxando ela para baixo. Ao mesmo tempo o nariz dele encostou bem no meu clitóris.
- Hummmmm... que bucetinha mais cheirosa, pekena! - ele falou e eu me derreti toda. Eu mesma terminei de tirar minha calcinha e, rapidamente, puxei o Marcos pelos cabelos e enterrei a cara dele na minha pepeca.

- Ohhhhhhhhhhhh... deusssssss... Marcosssss... chupa... chupa... lambe ela todinha... ohhhhhhhhhhh... que delíciaaaaa... hummmmm... estou... estou... g-g-g-g-gozandoooooooooooooooo...!! - falei com a voz fraca e mergulhei em um orgasmo que me deixou completamente tonta, e o Marcos ali, chupando meu grelo com muita vontade mesmo. Nem bem um orgasmo terminou e outro me atingiu em cheio. Gemi e comecei até a chorar de tanto prazer. Nunca imaginei que uma chupada na xaninha fosse algo tão maravilhoso.

Com alguns movimentos o Marcos me colocou de bruços e começou a dar beijos na minha bunda. Ele beijava, lambia e logo separou minhas nádegas fortemente, me deixando toda exposta pra ele.
- Uhhhhhhhhhhhh... que delíciaaaaaaa...!! - exclamei quando senti a língua dele no meu cuzinho. Que safadeza mais gostosa! Ele estava beijando o meu ânus. Aquilo era algo que eu não imaginaria na minha primeira transa.

Ele passava a língua no meu cú em círculos, depois bem na minha argolinha virgem, e então ficava empurrando, tentando penetrar a língua no meu buraquinho super apertado. Uaaaaaaaaauuuuuu!! Eu estava gemendo igual as mulheres que eu tinha visto tanto nos filmes e vídeos pornôs. E então senti o peso do Marcos em cima de mim. Ele se deitou em cima das minhas costas e senti seu peito peludo. Adorei essa parte.

Senti a respiração dele na minha nuca e me arrepiei todinha quando ele começou a dar mordidinhas nas minhas orelhas, esfregando seu pau super duro no meio das minhas nádegas.
- Você ainda é virgem, pekena? - ele sussurrou no meu ouvido.
- Sim... sou sim... de tudo... hoje foi a primeira vez que chupei e fui chupada...! - falei e começamos a rir.

- Isso quer dizer que sou o primeiro homem a te tocar... é isso?
- Sim, meu amor!
- E você gostou? - ele me perguntou e virei o rosto para beijar a boca dele mais uma vez.
- Sim... nunca imaginei que seria tão gostoso assim, Marcos! - respondi e ele me virou de barriga para cima novamente.

- Você está pronta, Gizele? - ele me olhou dentro dos olhos, já encaixado no meio das minhas pernas.
- Estou sim... sim... meu deusssss... sua pekena está pronta... faz bem devagar e com carinho, tá? - falei baixinho, toda dengosa. Então ele me beijou na boca para me distrair um pouco e ajeitou a cabeça do pau na minha entradinha.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...!! - soltei um grito, que foi abafado pela boca dele na minha. Deus do céu! O pau dele entrou deslizando pra dentro de mim, me invadindo, me abrindo todinha, e indo parar lá no fundo, bem lá dentro. Mordi os lábios dele e senti uma lágrima descer pelo meu rosto. Eu estava super lubrificada, mas com certeza minha buceta não estava preparada para um pênis tão grosso quanto o do Marcos.

- Fica quietinha que logo você vai se acostumar, tá? - ele falou, e seus olhos pareciam estar com um pouquinho de dó de mim.
- Não está doendo... só está... hummmm... estranho... esse negócio dentro de mim! - falei com um sorriso, e ele sorriu também. Coloquei meus braços ao redor do pescoço dele e fechei minhas pernas em sua cintura. Foi o sinal que ele estava esperando.

O Marcos começou a me penetrar devagar, bem compassado, e foi aumentando. Eu já sentia o pau dele entrar e sair de dentro de mim com muita facilidade, devido à minha lubrificação.
- Ahhhhhhhh... ohhhhhhhh... Ushhhhhhh... meu deusssss... que gostoso, Marcosssss... que delícia, amor... você está gostando de comer a sua pekena, está? - eu gemia e falava no ouvido dele. E ele só gemendo e enfiando a vara em mim sem dó.

Finalmente senti como se a minha buceta fosse explodir. Minhas pernas começaram a tremer e um formigamento super delicioso percorreu todo o meu corpo. De repente: Bum!! O melhor orgasmo da minha vida aconteceu. Eu estava gozando na rola de um homem pela primeira vez. Vi estrelas. Parecia que minha alma tinha saído do meu corpo por alguns segundos. Dei uma mordida no ombro do Marcos e travei meus dentes. Foi a única forma de evitar que o prédio inteiro ouvisse os meus gritos de prazer.

Depois que gozei o Marcos tirou o pau da minha buceta e se deitou do meu lado.
- Adorei ver você gozar, pekena! - ele falou e voltou a beijar a minha boca, todo carinhoso. Nossaaaa!! Eu estava no paraíso, pois nunca imaginei que a minha primeira vez fosse ser tão maravilhosa. Falei pra ele que eu também tinha adorado e ficamos alí, deitados, por uns 15 minutos ou mais, só namorando. Logo ele veio me beijando novamente e eu percebi que ele queria mais.

- Você percebeu que ainda não gozei, né? - o Marcos falou e me mostrou seu pau completamente duro de novo.
- E o que isso quer dizer? - me fiz de sonsa.
- Que ainda quero meter na minha menina mais um pouco! - ele disse e já começou a alisar todo o meu corpo. Que delícia! Enquanto me alisava, ele foi beijando minha nuca e me colocando de bruços mais uma vez.

Me estremeci todinha quando sua língua voltou a brincar no meu cuzinho, fazendo pressão na entradinha, querendo entrar em mim através do meu buraquinho virgem e apertadinho. E, enquanto lambia e chupava meu cú, o Marcos enfiava os dedos na minha buceta. Uffffff! Que sensação mais gostosa! Logo ele me colocou de quatro na beirada da cama e ficou me olhando e acariciando minhas costas suavemente.

- Estou muito feliz por ter tirado a virgindade da sua bucetinha, pekena! - ele falou e eu fiquei vermelha de tanta vergonha. Nem falei nada, apenas virei o rosto e sorri timidamente para ele.
- Você é a putinha que eu sempre sonhei em encontrar, Gizele... vou foder esse seu cuzinho gostoso... pode?
- Não... nunca fiz sexo anal... tenho tanto medo de doer! - reclamei.

Na hora que falei para ele que eu não queria fazer anal, veio à minha mente as imagens dos filmes pornôs de sexo anal, nos quais as meninas davam o cú para homens bem dotados e gemiam como loucas. E fiquei com vontade de experimentar também, mas fiquei com receio dele pensar que eu era uma putinha ou uma quenguinha rampeira como tantas por aí.

- Pode ficar tranquila, pekena... vou fazer bem devagar e com carinho... uma princesinha como você merece um tratamento especial! - ele falou e voltou a dar beijinhos no meu bumbum. Meu deusssss!! Eu estava tão excitada que acabei cedendo, mas pedi pra ele parar caso eu pedisse. E ele concordou. Novamente ele trouxe seu pau até a minha boca e pediu para eu chupar mais um pouquinho.

- Isssoooooo... meu amor... chupa bem gostoso... aqui... isso... passa a língua na cabecinha... hummmmmm... delícia, menina... que boquinha gostosa... isso... agora lambe as bolas... ahhhhh... assimmmm... enfia toda na boca... asssimmmmmm... ohhhhhh... pekena... minha putinha gostosa...!! - ele ia falando essas coisas e eu só obedecendo. Mamei tanto que até babei no pau dele todinho.

Quando o pênis dele já estava a ponto de explodir, ele me colocou de quatro novamente, na beirada da cama, e me fez abaixar minha coluna, até meus peitos encostarem no colchão. Dessa forma eu fiquei completamente empinada e com o cú bem exposto para ele penetrar da forma que quisesse. Senti ele cuspir bem na minha entradinha e depois encostar a cabeça da pica, fazendo uma leve pressão.

No começo não estava entrando de jeito nenhum. Ele empurrava um pouco e a cabeça entrava, mas logo o meu cuzinho empurrava ele para fora. Ficamos nessa batalha uns longos minutos, até que finalmente ele deu um empurrão mais forte e metade do pau entrou, de uma só vez. Meus olhos quase saltaram para fora, de tanta dor que eu senti. Tentei jogar meu corpo para a frente e escapar, mas o Marcos me segurou bem forte pela cintura.

- Shhhhhhhhhhhhh... fica quietinha, pekena... não vai doer mais não... não vou enfiar mais... vai ficar só nisso mesmo, tá? - ele falou e encostou seu peito peludo nas minhas costas, dando beijinhos na minha nuca. Meu deussssss!! Eu nunca tinha sentido tanta dor na minha vida. Meu cuzinho tentava desesperado expulsar o Marcos de dentro de mim. E a cada contraída involuntária do meu ânus, eu sentia uma enorme ferroada nas minhas pernas.
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- Marcosssssss... por favor... meu amor... ahhhhhhhhh... não estou aguentando...!! - gemi, com a voz trêmula.
- Está bem... vou tirar um pouquinho... fica quietinha, tá? - ele falou e começou a recuar o corpo um pouco. Senti o pau dele sendo puxado de dentro do meu cuzinho castigado. Ele tirou quase tudo, deixando apenas a cabeça dentro.

Em seguida senti ele cuspir no meu cú. Fechei os olhos e imaginei que ele ia ficar metendo só na portinha. Mas não foi isso que aconteceu. Aproveitando a nova lubrificação, o Marcos deu uma enfiada forte e repentina, engatando seu pau todinho, até escostar.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... meu deusssssss... aiiiiiiii... amorrrrrr... dói... dói muitoooooo...! - gemi e puxei o lençol da cama e tentei enfiá-lo todinho na minha boca.

Fiquei mordendo o lençol e torcendo para o Marcos gozar logo, pois o pau dele estava me rasgando todinha por dentro. E ele alí, parecendo um tarado, fazendo um vai-e-vem com aquela picona dentro de mim. O que eu estava sentindo era uma mistura de dor e prazer, prazer e dor. Até que o prazer começou a ser maior que a dor. Virei os meus olhos e gemi. Que sensação deliciosa perceber que eu estava totalmente dominada por aquele quarentão safado. Ele estava comendo meu cú, do jeitinho que eu sempre tinha imaginado.

Meu ânus ficou muito dilatado, e por isso a varona do Marcos entrava e saía facilmente de dentro de mim. Ufffff!! Parecia que ele ia me vazar de um lado para o outro.
- Você é uma putinha gostosa demais, pekena! - ele gemia no meu ouvido. - Vou te ensinar a ser a putinha mais safada aqui do bairro! - ele falava essas coisas e eu só escutava e gemia como louca, com o meu cuzinho espetado no pênis dele.

De repente ele parou de meter e foi tirando o pau do meu cú lentamente. Ahhhhhhhhh!! Senti um alívio ao poder contrair o meu ânus novamente sem nada atrapalhando. Nessa hora o Marcos segurou firme minhas nádegas e as abriu bem. Com certeza ele estava olhando o meu cuzinho todo aberto e vermelho, igual os caras gostam de fazer nos vídeos pornôs. Eu sentia meu rabo quente e dolorido.

- Ohhhhhhhhhh... meu deussssss...!! - levei um susto quando ele enfiou o pau de novo, de uma só vez, me deixando totalmente preenchida de novo. Meus olhos quase saltaram para fora. O pênis dele saía suave e depois voltava a entrar violentamente, uma e outra vez. Aquilo dóia, mas o prazer que eu estava sentindo era muito maior. O Marcos começou a meter cada vez mais rápido, me apertando em seus braços e falando besteiras no meu ouvido.

Eu estava no paraíso, e a única coisa que fiz foi enfiar um pedaço de lençol na boca e morder com todas as minhas forças, para não gritar igual uma louca. E aquele cavalheiro charmoso me arrombando todinha, esfolando o meu cuzinho já bastante castigado.

- Que delícia de cú mais gostoso, pekena... você é a putinha mais gostosa de todas, sabia? - o Marcos falou e eu só balancei a cabeça, com lágrimas saindo dos meus olhos, lágrimas de prazer, por estar sendo dominada daquele jeito. Ele estava metendo em mim como se eu fosse uma dessas meninas de filme pornô. E eu estava adorando me sentir como uma verdadeira putinha depravada.

- Ahhhhhhhhhhhh... vou gozar, Gizele... vou gozar, minha pekena... minha deliciazinha...!! - ele falou, depois de uns 20 minutos fodendo meu cú. Eu estava tão excitada que já não me importava mais nada. Eu já era um puta mesmo. O que mais poderia acontecer?
- Na minha boca... por favor... goza na minha boca, amor!! - falei e desci da cama, ficando ajoelhada entre suas pernas.

- Claro que sim, minha preciosa... minha princesinha linda...! - o Marcos falou e ficou punhetando sua varona na altura do meu rosto. Aproximei minha boca e fiquei chupando o saco dele, lambendo, para apressar sua ajaculação. E então a porra veio, em jatos enormes.
- Ahhhhhhh... abra a boquinha... abre... putinha safadaaaaaa... toma leitinho quente na sua boca...!! - ele gemeu e começou a gozar.

Abri a minha boca e ele despejou toda a sua porra. Deus do céu! Foi uma gozada maravilhosa. Enquanto o Marcos virava os olhos e seu pau não parava de encher minha boca de esperma, eu quase me afogava, sem fôlego.
- Engole, pekena... engole tudo pra eu ver! - ele pediu e eu obedeci. Engoli tudo mesmo. Hummmmmm! Que esperma mais gostoso do meu homem. Em seguida chupei o pau dele com a minha boquinha, e deixei bem limpinho mesmo.

Quando parei de mamar o Marcos me segurou pela mão e me levantou.
- A partir de hoje você vai ser a minha putinha, tá, pekena?... vou comer essa sua bucetinha e seu cuzinho sempre que eu quiser... você concorda? - ele falou e me abraçou por trás. - Quero que você seja a minha puta pessoal... só minha!

- Claro... depois de tudo que você fez comigo, Marcos... é o mínimo que posso ser, não é? - falei e dei um sorriso. Em seguida fomos de mãos dadas para o chuveiro, onde ficamos nos agarrando durante vários minutos, até o pau dele ficar duro novamente e eu ser enrabada de novo, dessa vez em pé, com minhas mãos apoiadas na parede do banheiro. Ele me fodeu por vários minutos, e consegui até gozar com aquela picona engatada todinha no meu cú.

Saímos do banheiro e fomos finalmente almoçar, eu só de calcinha e o Marcos só de cueca e camiseta. Foi tão lindo nós dois juntinhos. Fiquei com ele até os meus cabelos secarem e então desci para o meu apartamento. Assim que entrei em casa o meu pai me perguntou como tinha sido o meu encontro com as minhas amigas. Ele sempre foi muito desconfiado. Respondi que tinha sido bom e corri para o meu quarto. Por sorte não foi minha mãe. Ela saberia na hora que a filhinha dela estava dando.

Já no meu quarto eu tirei meu shorts e minha calcinha e olhei minha bucetinha no espelho. Meu deussssss! Ela estava toda inchada e sensível. Passei meus dedos no meu cú e percebi que ele estava enorme, bastante dilatado, e doía muito, mas eu estava me sentindo super bem. Vesti apenas uma sainha e me deitei na minha cama, me sentindo a menina mais feliz do mundo. Eu tinha acabado de perder a virgindade da buceta e do cú, tudo ao mesmo tempo, com o mesmo homem.

Depois desse dia eu fiquei viciada em sexo anal. Eu e o Marcos nos encontrávamos duas vezes na semana: um dia durante a semana e aos domingos. Eu já andava com as pernas abertas, de tanto levar vara. Minha mãe logo percebeu e eu contei a ela que não era mais virgem e tal. Ela me deu uns sermões mas logo aceitou, pois eu já tinha 18 anos mesmo. A verdade é que fui a putinha do Marcos durante uns 4 anos ou mais, até que ele teve que se mudar para outro estado.

De vez em quando nos falamos, mas, por causa da distância, sei que nunca mais nos veremos. Depois dele já tive uns cinco ou seis namorados e amantes, mas nenhum deles me fez sentir tão mulher, tão puta quando aquele quarentão charmoso fez. Ohhhhhh! Que saudade do pauzão do Marcos no meu cuzinho guloso.

Quem gostou do meu relato deixe comentários. Quero gozar bem gostoso lendo as safadezas que vocês escreverem para mim. Beijos a todos!

 

Virgem na pepekinha, cuzinho arrombado

Virgem na pepekinha, cuzinho arrombado

A história que vou contar a vocês aconteceu há alguns anos, quando minha prima Lorrane terminou o colegial e decidiu que queria fazer faculdade. Como na cidade que ela morava não havia o curso que ela queria, ela veio morar em minha cidade, com a minha família. Ela estava quase completando 18 anos mas ainda tinha carinha de menina.

Minha prima era loirinha, magrinha, usava esses óculos de menina estudiosa, muito linda e usava aparelhos para correção dos dentes, que contribuiam para dar um charme a mais nela. Seus peitinhos já estavam bem crescidinhos e sua bundinha, apesar de ela ser magrinha, era redondinha e muito bem desenhada. Eu adorava ficar olhando para a bunda dela, com suas bermudas legging enfiadas no rêgo do cú.

Eu já estava com 26 anos, e era o único filho de meus pais que ainda não tinha saído de casa. Minha irmã e meu outro irmão já estavam casados e moravam em cidades vizinhas. Então, na minha casa estávamos eu, a Lorrane, meu pai e minha mãe. Como meus pais trabalhavam fora, coube a mim ajudar a minha prima a resolver questões da faculdade e se acostumar ao rítmo agitado da cidade grande.

Um dia, poucas semanas depois de ela ter chegado na minha casa, eu e a Lorrane decidimos ir a um clube muito popular próximo de onde morávamos. Foi até uma sugestão da minha mãe, já que ela achava que a minha prima precisava logo fazer novos amigos. Assim que chegamos eu indiquei a ela o vestiário feminino e disse que a encontraria nas piscinas. Fui ao vestiário masculino e vesti a minha sunga.

Eu já estava há uns 15 minutos na piscina quando a Lorrane apareceu. Não consegui esconder minha surpresa. Minha prima tinha tirado os óculos e estava usando um biquini preto que tampava somente o necessário. Na calcinha do biquini era possível ver o pequeno e lindo volume de sua bucetinha, e seus seios pareciam querer rasgar a parte de cima e saltar para fora, livres daquela opressão.

Percebi que os caras não tiravam os olhos da bunda dela, e dei toda a razão a eles. A minha prima estava realmente um espetáculo de gostosura. Se eu já gostava de ficar secando o traseiro dela, agora então, eu tinha um centena de motivos para continuar olhando. Ela veio chegando toda tímida e começamos a brincar na piscina. Eu não perdia oportunidades, e estava o tempo todo tocando o corpo dela, é claro, dando a entender que não era intencional.

Entre as brincadeiras eu sugeri um mergulhar e passar por debaixo das pernas do outro. Que delícia! Nessas horas eu aproveitava para passar a mão pelas coxas dela, e ela não reclamava de nada, ou seja, não via malícia nenhuma nesses encontros de corpos. Ou se via, ela não deu a entender em momento algum. O problema é que, em um determinado momento, eu a abracei por trás, bem apertado.

Quando a soltei, percebi que os biquinhos de seus seios estavam super duros, como se ela estivesse muito excitada. Pronto! Meu pau começou a ficar duro como uma barra de ferro. Meu tesão foi lá nas alturas, e eu não estava mais conseguindo mais me controlar. Ou eu me aliviava ou corria o risco de fazer alguma besteira.

- Lorrane, vou comprar refrigerante... você quer?
- Sim, quero sim... paga que depois te passo o dinheiro, tá? - ela respondeu e eu saí da piscina disfarçando a minha ereção. Em seguida corri para o vestiário masculino e bati uma senhora punheta. Eu não estava acreditando naquilo. Eu estava me masturbando pensando na minha prima. Gozei imaginando meu pau enfiado até o talo naquela pepeca dela.

Voltei para a piscina como se nada tivesse acontecido e continuei a conversar e brincar com a minha prima, agora já mais tranquilo e livre daquela tensão sexual. Almoçamos por lá, banhamos mais um pouco e então fomos embora. O negócio é que depois desse dia eu fiquei tarado na Lorrane. Eu ficava o tempo todo olhando para a bunda dela em nossa casa, vestida em seus shortinhos de lycra, marcando a calcinha.

Por várias vezes ela se sentava ou deitava no sofá de saia, para assistir TV ou cochilar. E eu sempre por perto. Quando ela se distraia e abria as pernas, meus olhos iam direto em seus fundos. E dá lhe punheta. Cheguei até mesmo a entrar em seu quarto enquanto ela dormia durante as tardes e bati punheta olhando para o corpinho dela. Mas não deixei nem ela nem meus pais perceberem nada.


Algumas semanas depois, eu e a Lorrane resolvemos pescar na chácara de um amigo do meu pai. Quando chegamos lá, o caseiro nos mostrou a margem do rio e percebemos que, além de uma boa pescaria, poderíamos também curtir um pedacinho de praia que havia se formado alí. E foi isso que fizemos. Depois de pescar um pouco, a Lorrane logo vestiu seu biquini e eu coloquei minha sunga.

Dessa vez, enquanto ela ficava sem seus óculos, eu estava com os meus óculos escuros, para poder olhar para todo o corpinho dela sem ela perceber. Que delícia! Qualquer movimento mais sensual que ela fazia eu não perdia a oportunidade, e olhava para a bundinha dela e aquela xoxotinha, que mais parecia um risquinho, de tão pequena que era.

- Ei, Murilo... tú quer passar protetor em mim? - ela falou de repente e já foi se deitando na toalha, de bruços, e oferecendo as costas para mim. Passei o protetor nas costas e ombros dela, lentamente, fazendo uma massagem, e ela toda tranquila, cantando e conversando. Depois ela virou de barriga para cima e passei também em suas coxas, pernas e, é claro, em sua barriguinha. A essa altura minha pica já estava atravessada na minha sunga.

- Deixa eu passar nos seus seios também? - resolvi arriscar.
- Ficou doido?!?... e se chegar alguém? - ela fez cara de susto.
- Ninguém vai vir aqui não, Lorrane... o caseiro disse que ia dar uma saidinha! - insisti.
- Sei...!

- Sério! Ele ia sair mesmo!... Você tem que bronzear os seios também... senão vão ficar brancos... não vai combinar bem com o resto do corpo!... e se chegar alguém a gente vê de longe e você coloca a toalha em cima!
- Tá bom... mas fica de olho pra mim! - ela pensou mais um pouquinho e acabou concordando.

Eu quase não estava acreditando. Com um movimento cheio de delicadeza, a Lorrane soltou a parte de cima do biquini e seus peitinhos saltaram para fora, redondinhos e com uns bicões rosados. Que delícia! Eu já tinha visto os seios dela de relance, quando ela se distría, mas assim, por completo, era muito melhor.
- O que foi?!?... meu deusssss... nunca viu peito não? - ela riu da minha cara de surpresa.

- Já vi muitos, Lorrane... mas os seus são muito lindos!
- Sei, seu tarado... não vai ficar pegando não... só vou deixar você passar protetor neles... vamos... começa! - ela falou e fechou os olhos. Não perdi tempo. Espalhei creme nos peitinhos dela e fiz uma bela massagem, e ela quietinha, só curtindo. Percebi que os biquinhos dos seios dela ficaram durinhos, sinal que ela estava excitada.

Mas preferi não abusar da sorte. Se ela tinha me mostrado os seios e até deixado eu passar protetor neles, era questão de tempo até ela me mostrar a bucetinha e deixar eu meter nela. Assim, me deitei ao lado dela e ficamos conversando. E o meu pau duro, inquieto, preso na minha sunga. E ela percebeu, pois a peguei olhando de relance algumas vezes, mas, espertinha que era, não falou nada.

Depois de mais algum tempo nós resolvemos voltar para casa. Quando chegamos não havia ninguém. Liguei para a minha mãe e fui informado que eles estava jantando na casa de um conhecido nosso, e que era pra gente tomar banho e irmos também. Na hora a Lorrane se ofereceu para tomar banho primeiro e já correu para o banheiro. E eu fui pra cozinha guardar os peixes que tínhamos apanhado.

- Muriloooooooo... vem cá me ajudar! - ouvi ela gritando lá do banheiro.
- Sim... o que foi? - me aproximei.
- Não estou conseguindo tirar a parte de cima do biquini... deu um nó aqui... me ajuda!

Na hora que a minha prima falou isso eu fiquei parado na porta do banheiro, indeciso, sem saber muito bem o que fazer.
- Vem logo... você já viu meus peitos... não vou te morder não, seu bobo... somos primos, esqueceu? - ela me olhou e começou a rir. Ri também. Então ela ficou de costas para mim e jogou os cabelos para um lado.

Deus do céu! Minha prima estava gostosa demais. E meu pau reagiu na mesma hora. Desatei o nó da parte de cima de seu biquini e, para minha surpresa, ela fez um movimento com os braços, deixando a peça deslizar por seu corpo e indo parar em seus pés. Meu sangue ferveu ao ver as costas dela com aquele lindo bronzeado. Agora ela estava apenas com um shorts jeans e, por baixo, a calcinha do biquini.

A Lorrane estava com vontade de dar pra mim, com certeza. Mas eu ia esperar pra ver o que ia acontecer.
- Tira meu shorts agora... não estou conseguindo também! - ela falou, ainda de costas para mim. Me agachei atrás dela e, depois de abrir o botão e zíper de seu shorts jeans, fui descendo ele lentamente, e aproveitei para passar meus dedos na pele de suas coxas e pernas. Que delícia! Era a primeira vez que eu a tocava daquele jeito, com o seu consentimento.

Quando ela levantou uma das pernas para se livrar do shorts, eu pude ver o fundinho da calcinha do biquini. Estava molhadinha, o que não deixava dúvidas de que ela estava a fim de transar. E aquele biquini enfiado todinho na racha da bunda dela me deixou louco. Tive que me segurar para não dar umas mordidas naquelas nádegas perfeitas.
- Tire o resto, ué! - ela me falou e, virando o rosto, me deu um sorriso cheio de malícia.

Loucura demais! Minha cabeça estava quase dando um troço, de tanto tesão que eu estava sentindo. Ainda agachado atrás dela, desatei os laços da calcinha de seu biquini e aquela bundinha maravilhosa apareceu bem diante os meus olhos. E, como o meu rosto estava muito perto, pude sentir o cheiro delicioso que subiu até o meu nariz e quase me enlouqueceu. Na hora a Lorrane se virou de frente para mim.

A xoxotinha dela ficou na altura do meu rosto e pude vê-la perfeitamente, pequenina e com uma penugem muito rala, perfeitamente desenhada. Olhei para cima e ela estava me encarando, com aqueles peitinhos deliciosos e convidativos. Não aguentei. Me levantei e fui de boca nas tetinhas dela. Beijei cada uma, e depois chupei com muita vontade, fazendo minha prima gemer muito gostoso.

Enquanto eu mamava naquelas frutinhas lindas eu passei um dedo na rachinha dela. Estava toda meladinha. Tentei enfiar a ponta do dedo e a Lorrane recuou o corpo.
- Toma banho comigo, Murilo... pra você esfregar minhas costas! - ela pediu, com a voz toda manhosa. Não pensei duas vezes. Rapidamente tirei minha camiseta, bermuda e cueca, e meu pau saltou para fora, duro e louco pra encontrar a entradinha da xoxota da minha prima.

- Hummmmmmmm... isso é por minha causa? - ela olhou para o meu pênis e deu uma risadinha.
- É sim, Lorrane... está vendo como ele está te querendo?
- Mas somos primos, Murilo... primos não podem fazer isso! - ela falou e caiu na risada. Aproveitei para dar um beijo na boca dela. E ela correspondeu. Foi um beijo gostoso demais. Nunca imaginei que um dia eu beijaria a boquinha da minha prima.

- Então vem aqui... aqui... fica sentado aqui... vou brincar com ele um pouquinho... mas depois a gente vai é tomar banho, tá? - ela disse e me fez ficar sentado na tampa do vaso sanitário. Em seguida ela se ajoelhou entre as minhas pernas e segurou minha pica, apertando levemente. Deixei escapar um gemido de tesão.

- Hummmmmmm... que pau mais gostoso, Murilo... pode chupar?
- Claro que pode, prima... chupa bem gostoso... vai...! - respondi e ela não perdeu tempo. Em segundos senti sua boquinha quentinha na cabeça da minha rola, lambendo, beijando e chupando. E, enquanto ela mamava e tentava enfiar tudo em sua boca, com uma das mãos ela punhetava em um rítmo bem cadenciado. E eu alí, olhando para o rostinho dela e tentando não gozar antes da hora.


- Ahhhhhhhhhhh... que delícia essa sua boca, Lorrane... isso... uhhhhhhhhhhh... que gostoso, prima! - gemi como um louco. O toque dos ferrinhos do aparelho dela no meu pau me proporcionava um prazer sem igual. E a visão do corpinho delicioso da minha prima alí, peladinha, ajoelhada entre as minhas pernas, concentrada, me chupando, era demais. Eu ia gozar se ela continuasse.

- Deixa eu te chupar agora... quero sentir o gostinho dela! - falei e ela deixou meu pau escapar de sua boca. Voltamos a nos beijar.
- Tá... mas só chupar... nada de meter, tá? - ela respondeu e trocamos de lugar. Fiz ela se sentar na tampa do vaso e abri bem suas pernas. A pequena xoxotinha ficou exposta, com um grelinho durinho e assanhado. Aproximei minha boca lentamente.

- Ahhhhhhhhhh... Muriloooooo...! - a Lorrane gemeu deliciosamente quando meti minha língua na bucetinha dela. Lambi o grelinho e chupei lentamente, bebendo todo o melzinho da xoxota, que não parava de escorrer. E o gosto era algo difícil de descrever. Ou ela já estava gozando ou estava com muita vontade de ser penetrada. Senti suas mãos firmes na minha cabeça, apertando o meu rosto contra a sua bucetinha.

Mas o meu pau estava quase explodindo. Eu precisava meter nela.
- Fica de quatro agora... deixa eu te comer, Lorrane!
- Não... meter não, Murilo... sou virgem ainda... vamos tomar banho que a vontade passa!
- Virgem?!?... você nunca transou? - falei, um pouco assustado.
- Nunca fiz na frente... quero continuar virgem até me casar!

Quando ela falou que nunca tinha feito na frente, eu entendi perfeitamente. Mas fiquei sem palavras, já que eu nunca tinha imaginado que a minha prima dava o cú.
- Sim, seu bobo... eu faço é atrás... só deixo enfiar lá atrás! - ela disse e ficou rindo da minha cara de surpresa.
- Mas... eu...! - tentei raciocinar.

- Você quer ou não, Murilo?... deixa de ser bobo... você não vai ser o primeiro a me comer atrás!... atrás eu deixo fazer tudo... só não quero ser penetrada na buceta... quero continuar virgem! - ela falou e ficou ajoelhada em cima da tampa do vaso, de costas pra mim, com a bunda um pouco empinada. Eu não estava acreditando na minha sorte. Vi o cuzinho dela, perfeitinho, lisinho, limpinho, só me esperando.
A essa altura meu pau já estava dando uns pinotes.

Passei um pouco de cuspe na entradinha do ânus dela e, me ajeitando um pouco para ficar na altura certa, encostei a cabeça do pau e fiz um pouquinho de pressão. O cú da Lorrane não ofereceu nenhuma resistência.

Parecia que meu pau estava sendo chupado para dentro dela. Em segundos entrou tudo, até o talo. Que cú mais macio e quente. Mesmo tendo entrado com facilidade, eu ainda sentia um pouco apertado, e ela não parava de contrair seu anelzinho, o que me proporcionava um prazer extra.

- Ohhhhhhhhh... Muriloooo... faz bem gostoso, faz... soca tudo na sua priminha... bem fundo... ahhhhhhhhhhhh.... ahhhhhhhhh... que delícia esse pau no meu cuzinhooooooo... soca... enfia bem fundo nele... meu deussssssss... eu sentia tanta falta de fazer issooooooo...!! - ela gemia e rebolava a bunda. E eu metendo bem cadenciado, segurando ela firme pela cintura e distribuindo beijinhos em suas costas e nuca.

Fui aumentando o rítmo das metidas e o cuzinho dela foi aceitando cada vez mais. Eu já conseguia tirar o pau quase todo para fora e depois enfiava tudo, deslizando para dentro, até meu saco bater na xoxotinha dela.
- Ohhhhhh... delícia, Murilo... fode tudo... fode... não precisa ter dó de mim não, tá?... ahhhhhh... fode lá dentro... meu deussssss...!! - ela falava e não parava de empurrar a bunda na minha pica.

Com uma mão na parede para se apoiar e não cair, ela enfiou a outra mão em seu clitóris e começou a se masturbar. Aproveitei e a abracei bem forte, dando pequenos beliscões nos biquinhos de seus seios. Foi o bastante.
- Ohhhhh... deussssssss... estou... eu.... vou... ahhhhhhh... vou... ahhhhhhhhhhhhhhh... gozarrrrrrrrrr...!! - ela soltou uns gritinhos e começou a gozar.

Enquanto gozava, minha prima contraia o ânus igual uma louca, e apertava muito o meu pau. Foi impossível segurar.
- Lorrane... vou gozar também... ahhhhhhhhhhh...!
- Espera... espera... na minha boca...! - ela falou e, rapidamente, se agachou entre minhas pernas. Só precisei punhetar umas três vezes e os jatos de esperma vieram como canhões.

- Hummmmmmm... hummmmmm... isso... que delíciaaaa... hummmm...!! - minha prima falava enquanto eu esporrava dentro de sua boquinha. A safadinha bebeu até a última gota e ainda ficou chupando a cabeça da minha rola. Fazia muito tempo que eu não gozava daquele jeito. E ela só rindo, com a carinha mais safadinha do mundo. Quem diria que minha priminha comportada do interior fosse na verdade uma verdadeira putinha do sexo anal?

Terminamos nosso banho e fomos ao encontro dos meus pais para jantarmos. Nem preciso dizer que, nessa mesma noite, a Lorrane saiu de fininho do quarto dela e foi para meu. Comi o cuzinho dela a noite toda, e ela ainda dormiu na minha cama comigo. Meus tios e meus pais nunca desconfiaram, mas eu passei mais de um ano fodendo a Lorrane, mas sempre no cú. Acho que ela só deu a buceta mesmo para um carinha da faculdade, com quem ela acabou se casando.

 

Minha primeira vez foi com um homem mais velho

Minha primeira vez foi com um homem mais velho

Meu nome é Júlia, tenho 19 anos e até uns oito meses atrás eu era virgem. Sou um pouquinho alta, 1,75m, magra, seios pequenos mas bem durinhos, branquinha, cabelos e olhos castanhos. Tenho um jeitinho tímido que faz todos pensarem que sou a mais quietinha da família. E eu era, até acontecer o que passarei a contar para vocês.

Quando eu ainda tinha 16 anos eu gostava muito de ficar online até mais tarde da noite, no notebook da minha mãe. Eu usava um programa de mensagens, com uma senha, para que ela não visse as minhas conversas. Uma noite eu recebi um pedido de contato de uma pessoa que eu não conhecia ainda. Pela foto eu vi que era um homem bem mais velho, um senhor de uns 50 anos, cabelos já grisalhos, mas muito bonito.

Geralmente eu não respondo mensagens de desconhecidos, mas algo naquele homem chamou minha atenção. Ele tinha idade para ser meu pai, mas havia algo de charmoso nele. Respondi sua mensagem e percebi que ele era todo gentil e respeitoso. Seu nome era Evandro e, depois de alguns minutos de conversa ele me revelou que era casado e já tinha filhos, e até um netinho.

Gostei tanto de falar com ele que nem me importei com o fato de ele ser casado. Eu disse a ele que eu só tinha 16 anos e que estava procurando só amizade mesmo, ou pelo menos era o que eu pensava. Ele me disse que minha idade não importava, já que ele não ia me falar nada atrevido nem se comportar de maneira inadequada.

Durante as semanas seguintes eu e o Evandro nos tornamos ótimos amigos. A gente conversava sobre tudo: música, escola, namorados, família, e várias outras coisas. Ele me perguntava sobre a minha vida e eu também perguntava sobre a vida dele. Eu não via problema nenhum nisso, já que morávamos em estados diferentes, bem longe um do outro. Assim eu não corria o risco de ter um homem aparecendo na minha casa de repente, o que deixaria meu pai muito chateado.

Depois de uns dois ou três meses conversando online com o Evandro sobre os mais variados assuntos, ele me disse que estava saindo de férias com sua família, e que ficaria ausente por 15 dias. Nossa! Como esse tempo demorou a passar. É claro que eu ficava conversando com outros meninos e homens na internet, mas nenhum me fascinava tanto quanto o Evandro.

Na noite que ele deveria estar de volta, eu entrei online o mais cedo que eu pude, só para esperar por ele. No entanto, minha mãe ficava pedindo pra eu sair do notebook porque ela precisava usar, e isso fez com que eu não estivesse online quando ele entrou. Mais tarde quando eu entrei eu vi sua mensagem. Era um simples "Senti saudades". Eu também tinha sentido saudades dele, muito mesmo. Nessa noite nós ficamos conversando por umas 4 horas.

Depois desse dia eu fui ficando cada vez mais presa ao Evandro. Começamos a conversar por telefone e a voz dele me fazia estremecer. Era assunto que não acabava mais. Meu deusss! Tantos rapazes mais jovens correndo atrás de mim e eu feito uma boba, hipnotizada por aquele coroa. Eu poderia perguntar qualquer coisa para ele, e ele sempre tinha uma resposta pronta e sincera. Um charme.

Uma noite, depois de conversarmos bastante, a última coisa que eu falei antes de ficar off-line foi "eu te amo". Falei isso e saí do programa de mensagens. Depois fiquei lá parada, olhando para a tela do notebook.

Eu tinha realmente dito aquilo? Eu realmente quis dizer que eu o amava? Será que ele tinha entendido o que eu tinha escrito? Como eu poderia estar apaixonada por um homem que eu nunca tinha visto pessoalmente? Ele tinha esposa e filhos, e até um neto. No que eu estava pensando afinal?


No dia seguinte eu não consegui parar de pensar no que eu tinha escrito. Fiquei voando o tempo todo na escola e até recusei o almoço e o jantar, de tão nervosa que eu estava. À noite, quando ele entrou no chat, ele não falou nada sobre o que eu tinha escrito, e eu também fiquei quieta. Depois de uns 30 minutos ele finalmente tocou no assunto.

- Júlia... você realmente me ama?
- Sim, eu acho que sim! - foi tudo o que consegui falar.
- Então, meu amor! Quero que saiba que isso me deixa muito feliz... e eu preciso te dizer uma coisa que estou guardando há bastante tempo!
- Ok... pode falar!

- Eu te amo também! Já faz um tempo que eu queria dizer isso a você, linda... mas eu não tinha certeza de como você reagiria... afinal, você é uma menina muito nova... e eu já sou um coroa, com família e tudo! - ele escreveu e meu coração disparou. Meu deussss! Ele estava gostando de mim também. Chorei de emoção e meu corpo se arrepiou todo. Como eu gostaria de estar nos braços dele, dormir com ele, acordar com ele ao meu lado.

Continuamos conversando, mas agora, como dois namorados, mesmo sendo apenas virtual. Eu era a nova namoradinha do Evandro, e ele era o meu homem, o homem que eu sempre quis para mim.
- Como você está vestida esta noite, Júlia? - ele me perguntou de repente. Um novo arrepio percorreu meu corpo.

- Uma camisolinha de renda... branca... e uma calcinha vermelha... também de rendinha! - respondi, olhando ao meu redor para verificar se eu estava realmente sozinha na sala. Minha mãe nunca me deixava levar o notebook para o meu quarto, e eu ficava deitada no sofá, conversando com amigos e, principalmente, com o Evandro. E aquela era a primeira vez que eu estava tendo uma conversa mais quente pela internet.

Fechei o notebook e andei um pouquinho pela casa. Depois de me certificar de que meus pais e meu irmãozinho estavam dormindo, voltei para o sofá e reiniciei a conversa com o Evandro.
- Voltei, meu amor! - falei ao entrar no chat novamente.
- Que bom, minha linda... Posso te pedir uma coisa, Júlia? - ele me perguntou.

- Claro... qualquer coisa!
- Você está usando sutiã?
- Não... só camisola e calcinha... por que?
- Enfia sua mão dentro da sua camisola e toque no seu peitinho... e aperte ele levemente, fazendo uma massagem... faça isso pensando que sou eu, tá?

- Sim... estou fazendo!
- Isso mesmo, gatinha... agora aperte bem o biquinho do seu peitinho... devagar e depois mais forte... e faça o mesmo com o outro seio... está fazendo?
- Estou, amor... e está tão gostoso!

- Agora desça sua mão e enfia ela dentro da sua calcinha... bem na sua pepequinha... está molhadinha lá embaixo? - ele me perguntou e fiquei em pânico, com medo de estar sendo observada. Novamente me levantei e andei pela casa, só para ter certeza de que eu estava sozinha. Depois voltei para o sofá.

- Sim, meu amor... ela está muito molhadinha! - respondi, depois de passar o dedo na minha rachinha, toda babadinha de tanto tesão. Então o Evandro pediu para eu ir até o meu quarto pegar uma toalha e me sentar em cima dela, para não manchar o sofá da sala. Em seguida ele continuou me dando instruções até eu ter dois dos meus dedos enfiados bem fundo na minha bucetinha.

- Você depila ela, Júlia?
- Sim, é bem mais confortável sem pêlos... minha mãe me leva na moça que faz a depilação dela também! - respondi, adorando o tom da nossa conversa.
- Isso é muito bom, lindinha! Eu adoro chupar uma bucetinha bem lisinha, depiladinha, limpinha e cheirosa!

Na hora que o Evandro falou isso eu já comecei a imaginar ele me chupando, lambendo minha buceta, passando a boca por toda a minha parte íntima, e senti que eu ia ter um orgasmo a qualquer momento.
- Amor, acho que vou gozar... está tão gostoso o que estou fazendo aqui! - falei.

- Então goza pra mim, minha linda. Pensa no meu rosto enfiado no meio das suas pernas, e minha boca te chupando todinha, bebendo o seu melzinho gostoso! - o Evandro escreveu isso e para mim foi o bastante. Esfreguei meu clitóris com um pouquinho mais de força e tive um orgasmo super delicioso. Eu nunca tinha gozado tão gostoso em toda a minha vida. Minhas vistas ficaram até escuras.

Fui ao banheiro rapidinho, lavei minhas mãos e passei lenço umedecido na minha pepeca, já que ela estava toda melada. Depois voltei para o sofá novamente.
- Evandro?
- Sim, minha lindinha!
- Foi um orgasmo tão delicioso... muito obrigada, tá?

- Estou feliz por ter ajudado a minha gatinha a gozar! Agora é hora de dormir, meu amor... boa noite!
- Boa noite... te amo muito! - respondi e saí do programa de chat. Fui para a cama e dormi muito bem. Eu estava super feliz por ter um homem como o Evandro conversando comigo, mesmo à distância. E repetimos isso várias vezes durante os meses seguintes.


No Natal, quando eu já tinha completado 17 anos, meus pais finalmente me deram um PC, o qual pude colocar no meu quarto. Nossaaaa! Foi o presente dos meus sonhos. Ganhei também uma Web Cam e um scanner. Sempre fui muito dedicada aos estudos, e essa foi uma forma que eles encontraram de reconhecer os meus esforços. Enquanto o rapaz da informática fazia a instalação, a minha mente não parava de imaginar a diversão que eu ia ter agora, com um computador só pra mim.

Nesse mesmo dia eu decidi que eu queria que o Evandro visse como eu era nua. Eu já tinha mandado fotos minhas pra ele, mas sempre de roupa. E agora o momento tinha chegado. Me tranquei no meu quarto, fiquei peladinha em frente a cam e tirei um monte de fotos, cada uma mais provocante que a outra. Assim que ele ficou online eu pedi pra ele dar uma olhada em seu e-mail.

Não demorou três minutos e recebi uma mensagem sua:
- Júlia... você é linda, meu amor... que corpinho mais gostoso! - ele escreveu e eu fiquei toda orgulhosa.
- Obrigada, amor... fazia tempo que eu queria te mostrar como eu sou... sem roupa! - escrevi e fiquei rindo por dentro.
- Eu te amo, minha gatinha... e agora que te vi nua... estou te amando muito mais!

Nessa noite eu e o Evandro brincamos muito mesmo. Eu mostrei meu corpo a ele na webcam e ele me mostrou seu pau, que não era muito grande mas bem grosso e limpinho, e muito lindo. E a gente se masturbou juntos. Eu tive um dos melhores orgasmos da minha vida, vendo ele gozar na cam, pra mim, só pra mim. Minha vontade era chupar o pau dele e beber todo o seu esperma, até não sobrar nenhuma gota.

Os dias foram passando e meu aniversário de 18 anos foi se aproximando. E eu e o Evandro sempre nos encontrando online pelo menos uma vez por semana. Até que eu decidi. Falei pra ele que eu queria experimentar sexo por telefone. Eu queria ouvir a voz dele, pedindo pra eu me tocar, fazer coisas, queria ouvir a voz dele gozando, e queria que ele ouvisse os meus gemidos quando eu estivesse gozando também.

Ele concordou e ficamos aguardando a oportunidade. Uns 10 dias depois, meus pais precisaram viajar para uma cidade vizinha e levariam eu e meu irmãozinho junto. Eu insisti em ficar para terminar alguns trabalhos da escola. Meu pai acabou concordando, mas com a recomendação de que eu chamasse a filha da vizinha para dormir comigo à noite. Falei para ele que eu faria isso, mas é claro que menti. O que fiz mesmo foi pedir para o Evandro me ligar à noite.

Por volta das 10:00hs da noite ele me ligou. Meu deussss! Eu estava muito nervosa, e ele logo percebeu.
- Fique tranquila, meu amor... a gente vai bem devagar... sem pressa, tá? - ele falou com sua voz grave, me deixando completamente fascinada. - Que roupa você está usando, minha linda?
- De verdade mesmo... eu... eu... estou totalmente pelada, amor!

- Hummmm... que delícia, gatinha... então você já estava pronta, né?
- Sim... eu já estava pronta pra você, meu amor... peladinha pra você!
- Isso é muito bom, Júlia... você é muito sexy... e adoro sua voz, sabia?... eu só quero beijar essa sua boquinha, morder seus lábios... descer beijando seu pescoço... colocar minhas mãos nesses seus peitinhos... massagear... e apertar bem gostoso os biquinhos dos seus seios!

- Ohhhhhhhhhhhhh... meu deussssss... Evandro... fala mais... fala... você está me deixando louca... quero sentir sua língua dentro de mim... vem... enfia ela dentro de mim... por favor! - falei e, como eu estava deitada na minha cama, abri bem minhas pernas, como se o Evandro estivesse alí, com o rosto entre as minhas coxas, pronto para me chupar bem gostoso mesmo.

- Estou beijando sua barriga, Júlia... e vou descendo, lambendo seu umbigo... passando a ponta da minha língua... e chego até a sua bucetinha cheirosa... fico lambendo toda a sua pepeca, chupando seu grelinho durinho... você gosta, meu amor?
- Simmmmmmmmm... adoro, Evandro... continua, por favor... eu acho que vou gozar daqui a pouco!

- Vou lubrificar meu dedo de cuspe e enfiar ele bem devagar no seu cuzinho, Júlia... hummm... ele está muito apertadinho e quente... que delícia... agora vou enfiar dois dedos da outra mão na sua bucetinha, tá, minha linda?... e vou chupar seu grelinho... dar mordidinhas nele, minha gostosinha!

- Ohhhhhhhhhhhh... Evandrooooo... meu amorrrr... ahhhhhh... eu vou... eu vou... vou gozar na sua bocaaaa... ohhhhhhhhhhhhh...!! - gemi no telefone e tive um orgasmo super delicioso. Enquanto eu gozava eu não parava de esfregar meu clitóris, e isso fez com que outra onda de prazer atingisse meu corpo. Tive que me segurar muito para não soltar um grito no meu quarto. E o Evandro continuou me falando falavras de carinho, até eu me recuperar.

- Gozou direitinho, minha linda?
- Sim, Evandro... meu deussss... é tão bom fazer isso com você, ouvir sua voz... meu homem... te amo tanto... sou todinha sua, sabia disso?
- Sim, Júlia... fico feliz que eu tenha conseguido fazer você gozar... agora é hora de dormir, meu amor!

- Espera! Eu quero fazer você gozar também! - falei apressada, antes que ele desligasse.
- O que você tem em mente? - ele me perguntou rindo.

- Então... eu pensei que eu poderia começar desabotoando a sua calça e tirando toda a sua roupa. Depois eu faria você se deitar na cama, com suas pernas abertas e tocando o chão... então vou me ajoelhar, entre suas pernas e pegar no seu pau, apertar ele, e punhetar pra você, bem devagar... você gosta?
- Sim, meu amorzinho... gosto muito! - ele respondeu e sua voz era puro tesão.

- Então eu começo a beijar a cabecinha, lamber, passando minha língua ao redor da cabeça... e depois enfio todinho na minha boca pequena... nem sei se vou conseguir, porque seu pau é grosso... mas vou tentar o meu máximo, tá?... e você fica gemendo de tanto prazer... com a minha boquinha gostosa no seu pau!
- Ohhhhhhhhhh... Júlia... vou gozar, amor... vou gozarrrr!!

- Hummmm... vou chupar mais rápido, amor... goza pra mim, goza, Evandro... goza na boquinha da sua menina, goza... quero engolir toda a sua porra! - falei isso e ouvi o Evandro soltar um delicioso gemido. Ele estava gozando. Que delíca ouvir, pela primeira vez, um homem gozando, e bem no meu ouvido. Minha buceta estava tão molhada que escorria para as minhas coxas.

- Júlia, meu amor... isso foi muito gostoso! - ele sussurrou no telefone. - Eu não gozava desse jeito há anos! Te amo, minha menina linda!
- E eu te amo tanto, Evandro... nossaaaa!... queria tanto que você estivesse aqui comigo!
- Eu também, querida! Mas agora é hora de dormir... tenho que trabalhar amanhã bem cedo!

- Ok... boa noite... te amo, te amo, te amo...! - falei e desliguei. Meu deussss! Como eu estava feliz por ter gozado ao telefone, e ter feito o Evandro gozar também. Minha xotinha babava de desejo. Me masturbei novamente olhando as fotos dele, de sua boca, de seus cabelos. Gozei tão gostoso que só virei para o lado e dormi como um bebê.

Nos dias, semanas e meses seguintes eu continuei meu namoro com o Evandro, e a gente ia se envolvendo cada vez mais. Eu mostrava meu corpo para ele na webcam, enviava fotos nuas, ele me enviava fotos de seu pau, a gente fazia sexo por telefone e muitas outras coisas. Eu estava super feliz com o meu namorado virtual, mas eu queria me encontrar com ele pessoalmente, queria tanto ter uma oportunidade para poder tocá-lo, e deixar ele me tocar também.

E essa oportunidade não demorou muito. Quando eu já estava terminando o 3º ano, eu comecei a discutir com os meus pais a possibilidade de eu ir fazer faculdade na capital, já que em nossa cidade não tinha o curso que eu queria. Assim, eu e minha mãe organizamos uma visita de três dias para conhecer algumas instituições. A idéia era ficarmos nós duas em um hotel, uma vez que não tínhamos parentes na capital do meu estado.

No entanto, à medida que a data se aproximava, minha mãe começou a reclamar que não seria possível ela ir comigo, e começamos a admitir a possibilidade de eu ir sozinha. Meu pai não viu problema nisso, pois eu já estava completando 18 anos e seria bom eu aprender a me virar sozinha. No final ficou decidido que eu viajaria sozinha mesmo, e eles me dariam qualquer apoio que eu precisasse por telefone mesmo.

Nessa noite eu comentei com o Evandro e ele adorou a idéia. Era uma ótima oportunidade para a gente se encontrar. Como ele viajava muito por causa do trabalho, sua esposa não estranharia essa viagem de última hora. Falei para ele sobre os dias que eu ficaria na capital e sobre a possibilidade da gente se encontrar em algum lugar.

Ele concordou de imediato e o tom da nossa conversa deu a entender que o Evandro já sabia que eu não queria encontrá-lo para tomar suco e comer alguma coisa. Eu queria encontrá-lo para dar pra ele, transar com ele. Eu queria que ele fosse o meu primeiro homem, e aquela oportunidade era perfeita para isso acontecer. Longe de casa e dos meus pais, eu poderia perder a minha virgindade com toda tranquilidade, e ninguém ficaria sabendo.

Saí da minha cidade para a capital numa sexta-feira de manhã, muito nervosa. Por sorte meus pais não perceberam nada, mas eu estava uma pilha de nervos, afinal, eu ia dar a minha buceta pela primeira vez, ou pelo menos essa era a minha intenção. Da minha cidade até a capital do meu estado são umas 5 horas de ônibus. Durante o trajeto eu não parava de pensar no Evandro e nas coisas que eu planejava fazer com ele.

Cheguei na capital e fui direito para o hotel no qual eu ia ficar. Almocei, descansei um pouco e fui para a primeira faculdade que eu ia visitar. Fiquei umas duas horas ou mais conversando com o coordenador de cursos e ele foi muito atencioso comigo. É claro que a minha cabeça estava nas nuvens, só pensando no que ia acontecer um pouco mais tarde. Voltei para o hotel já eram umas 6:00 da tarde.

- Oi, amor... já cheguei no hotel, tá? - enviei uma mensagem para o Evandro assim que entrei no meu quarto. Não demorou muito e ele me respondeu falando que já estava indo ao meu encontro. Tomei um banho bem caprichado, me depilei e fiquei esperando por ele, muito ansiosa. Vesti uma calcinha muito sexy que eu tinha comprado no dia anterior. Com certeza ele ia gostar muito. Por cima só um vestidinho bem folgado, sem sutiã.

Não demorou muito e o atendente do hotel me informou que tinha uma visita para mim. Pedi para deixar subir e meu coração disparou. Não tinha mais volta. Eu estava nervosa demais, mas o Evandro, com sua experiência, ia saber conduzir tudo da melhor forma possível, para que eu não sentisse nenhuma dor e aproveitasse bem a minha primeira vez, quem sabe até tendo orgasmos com ele.

Logo ouvi batidas na porta. Minhas pernas começaram a tremer e o nervosismo tomou conta. Meu deusss! Abri e o Evandro me olhou cheio de carinho. Que homem charmoso! Seu cheiro veio até mim e percebi que ele também tinha acabado de tomar banho. Seus olhos brilhavam de felicidade em me ver.


- Júlia... eu...! - ele tentou falar alguma coisa mas eu não deixei. Pulei em cima dele, enrolando minhas pernas em sua cintura e com meus braços ao redor do seu pescoço. Como sou muito magrinha, ele apenas colocou as mãos embaixo da minha bunda e ficou me segurando no ar. Nossas bocas se encontraram em um beijo louco, apaixonado. Tive a impressão que o tempo parou naquele beijo, com nossas línguas se tocando e mostrando o quanto estávamos com tesão um pelo outro.

Ainda nos beijando e comigo enroscada em sua cintura, o Evandro foi caminhando em direção à cama. Gentilmente ele me deitou e veio por cima, me amassando com seu corpo.
- Minha linda... que coisa mais gostosa que você é, Júlia! - ele sussurrou no meu ouvido e voltou a me beijar. Enquanto isso nossas mãos nos despiam. Eu tirava a roupa dele e ele tirava a minha.

Ao tirar a cueca dele e vi seu pau saltando para fora, duro, grosso. Nossaa!! Que loucura! Ele ia enfiar aquele pauzão todinho em mim, e eu estava contando os segundos para isso acontecer.
- Ohhhhhhh... Evandro... meu amor... te amo tanto...! - gemi e falei isso, quando ele começou a descer sua boca pelo meu pescoço. Lentamente ele foi descendo, beijando, lambendo e dando chupadinhas.

Fiquei completamente louca quando ele encostou os lábios nos biquinhos dos meus peitos e chupou cada um delicadamente. Enfiei meus dedos nos cabelos dele e suspirei de prazer e felicidade. E ele foi descendo mais a boca, passando pelo meu umbigo, lambendo e girando a ponta da língua.
- Ohhhhhhhhhh... faz nela, amor... faz... depilei ela pra você... ahhhhhhhhhhh... vai nela, por favor...! - supliquei e já me contorcia na cama.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... Evandrooooooooooooo...! - agarrei firme os cabelos dele e levantei minha pélvis de encontro à sua boca. Pela primeira vez um homem estava chupando a minha pepeca, e a sensação foi super deliciosa. Senti os lábios dele tocando meus pequenos e grandes lábios. Então ele deu uma chupada gostosa e sua língua experiente brincou com o meu clitóris. Um arrepio de puro prazer percorreu o meu corpo, como se fosse um choque elétrico. Me contorci e gritei desesperada.

- Meu deussssss... meu deussssss... Evandrooooo... vou gozarrrrr... amorrrrrr... estou gozandoooooooooo... ahhhhhhhhhhhh...! - falei entre gemidos e prendi seu rosto entre minhas coxas. Como eu gostaria que aquele momento durasse para sempre. Eu estava gozando na boca do homem que eu amava, um homem casado, coroa, mas que soube como conquistar uma menina novinha e insegura. Senti até uma lágrima descer pelo meu rosto, de tão feliz que eu estava.

Depois que gozei eu fiquei quietinha, e o Evandro no meio das minhas pernas, lambendo e me chupando, bem devagar, saboreando minha bucetinha gozada e ainda virgem. Ele estava super concentrado, sem pressa, apreciando o seu presentinho. Mas eu o interrompi e o puxei para cima.
- Amor... vem... quero sentir você dentro de mim, agora! - falei com um sussurro. - Meu próximo orgasmo vai ser nesse seu pau, tá?

Assim que eu falei isso, o Evandro sorriu e se deitou em cima de mim, separando minhas pernas com a sua. Seu pau estava duro e eu o senti tocando minhas partes íntimas. Estava quente e pulsava de desejo.
- Você está pronta, Júlia? - ele me perguntou com um beijo.
- Sim... estou, amor... mas vai bem devagar... por favor! - falei e fechei meus olhos.

Fiquei quietinha e abri bem minhas pernas, elevando minhas pélvis um pouco. Eu estava super lubrificada, mas mesmo assim percebi o Evandro passando mais um pouquinho de saliva na minha entradinha. Em seguida senti a cabeça de seu pau escostando e forçando um pouquinho.
- Fica bem relaxada, tá?... não vai doer! - ele sussurrou no meu ouvido.

- Tá... mas me beija...! - respondi e nossas bocas se encontraram novamente, em um beijo super delicioso. E ele ali, passando a cabeça do pênis entre os lábios na minha xoxota. Até que ele soltou seu peso e o pau entrou, me abrindo por dentro, me invadindo, quente, grosso, atrevido, intrometido.
- Ohhhhhhhhhhh... Evandro... meu deussssss...! - gemi na boca dele.

Involuntariamente minha buceta fez contrações ao redor do membro dele, talvez tentando expulsá-lo para fora. Mas o Evandro começou um vai-e-vem lento, sempre me beijando e falando palavras carinhosas no meu ouvido. Comecei a chorar baixinho, não por causa da dor inicial de ser penetrada pela primeira vez, mas pela felicidade de estar dando para o coroa mais charmoso que já encontrei em toda a minha vida.

Comecei a rebolar debaixo dele, levantando minha pélvis e empurrando minha xoxotinha em seu pauzão grosso. Nosssaaaa!! Eu fazia isso e ele metia, em um sincronismo delicioso. Fomos ganhando velocidade e o calor aumentando. O barulho do pau dele entrando em mim já ia ficando mais alto, devido à minha lubrificação. Minha pepeca estava engolindo o pênis dele, gulosinha, feliz, completamente satisfeita.

- Ohhhhhhhhhh... Evandroooo... come gostoso... come... que delícia, meu amor! - gemi no ouvido dele e enfiei minhas unhas em suas costas, no mesmo instante que uma de suas mãos encontrou minha bunda e a apertou, fortemente. Contraí meu bumbum e isso fez com que a pica dele entrasse ainda mais em mim.

- Evandrooooo... vou gozarrrrrr... amor... ahhhhhhhhhhh... vou... gozarrrrrr... de novo...! - falei e comecei e me contorcer toda.
- Eu também... vou gozarrrr...! - ele falou e ameaçou tirar seu pau para fora. Enrosquei minhas pernas em sua cintura e o apertei contra mim.
- Goza dentro... goza dentro... por favorrrrrr... ahhhhhh... goza comigo, Evandro... me enche com o seu leitinho, amorrrrrrr!!

Mal terminei de falar e senti os jatos de porra quentinha bem dentro da minha xoxota. Meu deussssss! Que coisa mais gostosa! Me agarrei a ele com todas as minhas forças e gozei desesperada, gemendo, gritando e chorando de tanto prazer. Mordi ele todinho, nos lábios, no pescoço, apertando ele contra o meu corpo, querendo que aquele pau não saisse de dentro de mim nunca mais.

Depois de gozarmos nós ficamos deitados por um longo tempo, apenas fazendo carinhos um no outro e comentando o quanto aquele nosso encontro tinha sido bom. Depois tomamos banho juntinhos e saimos para comer alguma coisa, pois eu estava morta de fome. Namoramos muito no restaurante que fomos, e, ao voltarmos para o hotel, o Evandro me comeu novamente, devagar e muito gostoso.

Nem preciso dizer que dei minha buceta durante três dias seguidos, e deixei o Evandro gozar dentro todas as vezes. Aí, pela manhã, o coitado ia até a farmácia comprar uma pílula pra mim. Eu até ria da cara dele, preocupado se eu ia tomar ou não. Enfim, minha relação com esse coroa charmoso continua quente até hoje. Ele agora enfiou na cabeça que quer fazer sexo anal. Estou pensando, pois o pau dele não é grande, mas é um dos mais grossos que já vi.

Deixem comentários para o meu conto. Adoraria saber o que vocês acharam. Beijos.

A amiga da igreja Minha primeira experiência lésbica

A amiga da igreja Minha primeira experiência lésbica

A Nayane e o Walter (nomes fictícios) eram amigos da igreja. Nós os conhecemos por intermédio de nossos filhos, que tinham praticamente a mesma idade. No entanto, havia uma diferença de uns 10 anos de idade entre a gente. Eu e meu marido já íamos completar 40 anos, enquanto a Nayane e o Walter estavam ainda na casa dos 30.


Tenho dois filhos: um menino e uma menina, e eles também tem um menino e uma menina. Na época nossos filhos estavam na faixa dos 5 e 7 anos, e gostavam muito de brincar juntos. Adorávamos a companhia deles quando saíamos juntos. Mas, eu e a Nayane passávamos mais tempo juntas, o que fez com que um laço mais forte fosse criado entre as duas.

A Nayane é uma ruiva linda, nem magra nem gorda. Ela costumava ficar em casa para cuidar de seus dois filhinhos, e isso dava a ela muito tempo para malhar e manter em forma seu lindo corpo. Eu sou professora de inglês e sempre aproveito meu tempo livre para correr um pouco e andar de bicicleta, e meu corpo, apesar da idade, faz inveja a muitas meninas novas por aí.

Eu gosto de passar a maior parte do tempo possível do lado de fora de nossa casa, pegando sol, ao contrário da Nayane, que só toma sol quando vai à praia ou piscina. Enfim, o fato de morarmos no mesmo bairro nos aproximou bastante.

A gente sempre estava juntas, envolvidas em atividades de recreação com nossos filhos, principalmente os meninos. O tempo todo levávamos as crianças para brincar no parque. Outras vezes íamos ao zoológico ou outros lugares. Nessas ocasiões os meninos aproveitavam para brincar nos balanços, subir e descer de pedras, entre outros brinquedos.

Na maioria das vezes as meninas dormiam enquanto os meninos ainda estavam brincando, e isso fazia com que uma amiga acabasse ficando na casa da outra até o finalzinho do dia. Quando nossos maridos chegavam em casa a gente jantava juntos e continuava conversando até dar a hora das crianças irem para a cama.

Entre as coisas que eu e a Nayane mais gostávamos estavam os clubes. A gente adorava ir. Enquanto as crianças brincavam a gente aproveitava para ficar olhando para os homens, e deixávamos que eles também nos olhassem só de biquini. Nenhuma das duas pretendia trair o marido. Isso funcionava apenas para aumentar um pouco mais a nossa confiança em nós mesmas e ficar fofocando sobre os rapazes gostosos que apareciam por lá.

Muitas vezes uma se afastava e ficava vendo como a outra atraia a atenção dos homens. E, para ser sincera, a Nayane chamava mais atenção do que eu, talvez por ser mais nova e estar com o corpo mais modelado. E ela também era mais bonita. Mas eu não ficava atrás. Os rapazes fixavam o olhar com muita vontade no meu traseiro, com a calcinha do biquini enfiada todinha na racha da minha bunda.

Um dia, durante o meu período de férias, a Nayane me ligou. Ela sugeriu que, antes do início das minhas aulas, a gente saísse juntas para termos um "dia de princesas", ou seja, só nós duas, sem as crianças e sem os maridos. Achei interessante a idéia. Primeiro porque eu realmente estava precisando de um tempinho só pra mim. E a gente poderia fazer compras, almoçar juntas e depois tomar um drink na piscina do prédio dela.

Assim começamos a fazer nossos planos. Combinei com a minha mãe que eu deixaria meus filhos com ela e a Nayane pediu a sua irmã para fazer o mesmo. A idéia era ficarmos livres o dia todo, e até parte da noite se necessário. E assim aconteceu. Preparamos tudo e o dia finalmente chegou. Deixei meus filhos na minha mãe e fui direto para a casa da Nayane.

Depois de pegá-la no meu carro a gente foi direto para o shopping. Eu e a Nayane tínhamos gostos diferentes para roupas, mas sabíamos muito bem apreciar o que a outra gostava, e éramos bem honestas em falar o que ficava bom e o que ficava feio em nossos corpos. Nos divertimos muito escolhendo e experimentando roupas. Quando estávamos quase saindo do shopping a Nayane me puxou para uma loja de lingeries.

Comprar calcinhas e sutiãs na companhia de alguém era algo totalmente novo para mim. Nem meu marido participava disso. Porém, com a Nayane, essa tarefa me pareceu tão normal. Ela tinha um jeitinho todo meigo de falar sobre calcinhas, tangas, fio dental, etc. E algo que me parecia completamente desconfortável, ficou muito agradável de se fazer com ela por perto.

Depois de mais ou menos uma hora na loja de lingeries, escolhendo calcinhas e roupinhas sensuais para usarmos para nossos esposos naquela mesma noite, nós finalmente saímos e fomos almoçar juntas em um restaurante muito chique. Nossaaaa!! A conversa estava fluindo super bem, e conversamos sobre tudo, inclusive assuntos que já tinhamos falado em oportunidades anteriores.

Falamos sobre nossas compras, sobre homens, e o que a gente gostava e o que a gente odiava neles, e também sobre nossas crianças e como cuidar melhor delas, etc. Foi uma conversa realmente muito gostosa, sem intromissões ou interrupções.
- O que você acha da gente voltar e ficar um pouco na piscina... e tomar uns drinks? - a Nayane me falou depois de alguns minutos.

- Claro... vamos sim! - respondi e logo estávamos no meu carro, voltando para o condomínio dela. Ao chegar eu coloquei meu biquini e ela rapidamente colocou o seu também. Pegamos as bebidas e fomos para a piscina. Como era um dia de semana, tivemos a sorte de não encontrar mais ninguém por lá, ou seja, uma piscina só para nós duas. Estava perfeito.

Assim que passamos pelo portão da piscina eu já coloquei minhas coisas no chão e pulei na água, já que eu queria me molhar antes de passar o protetor solar e hidratante no meu corpo. Saí da água e comecei a passá-lo em minha barriga, pernas e coxas. Gentilmente a Nayane se ofereceu para passar nas minhas costas. E eu fiz o mesmo com ela.

Passei o creme em todo o corpo dela, massageando, e pude perceber como a pele da minha amiga era sedosa, gostosa de tocar, seu corpo perfeito, sem quaisquer manchinhas ou imperfeições. Até a cicatriz de suas duas cesarianas pareciam imperceptíveis. E seus seios estavam em ótima forma, durinhos. É claro que não toquei nem em seus seios nem em suas partes íntimas.

Assim, por quase duas horas nós duas ficamos alí, tomando sol, conversando bastante, bebendo, e experimentando os outros biquinis que tínhamos comprado. Então ela sugeriu que voltássemos para dentro de casa. Eu concordei e rapidamente pegamos nossas coisas e fomos para o apartamento dela.

- Luciana, eu acho bom a gente tomar um banho antes de nossos maridos chegarem, né? - a Nayane falou.
- Acho bom mesmo... quem vai primeiro?... eu ou você?
- Pode ser eu!... mas me ajuda aqui rapidinho? - ela falou e se virou de costas para mim, para que eu a ajudasse a desamarrar o nó da parte de cima de seu biquini.

- Obrigada! - ela me disse e se virou para mim, depois que eu a ajudei. E, antes que eu pudesse falar alguma coisa, a Nayane veio e deu um beijo nos meus lábios, um beijo bem carinhoso e inocente. Eu nunca tinha beijado uma mulher antes, por isso fiquei sem saber o que fazer. Fui pega de surpresa e a "mulher comportada" dentro de mim me falou que eu deveria recuar, me afastar dela.


Mas a coceirinha na buceta falou mais alto. Meu deussss!! Senti minha xoxota piscar. Não resisti.
- Ohhhhhh... não faz isso, Nayane... vem cá... vem! - sussurrei e a puxei pelos cabelos, trazendo ela para mais perto de mim, para outro beijo. Dessa vez nosso beijo já não foi tão inocente. Abrimos nossas bocas e colamos nossos lábios, e então senti a língua da Nayane enfiar dentro da minha boca.

Beijar a Nayane era muito diferente de beijar o meu marido. Meu esposo beija muito bem, mas ele é homem, com pelos no rosto. Beijar a Nayane era doce, apaixonante, excitante, me provocou arrepios por todo o corpo, e fez meu clitóris vibrar de desejo. Meu coração disparou e fiquei muito nervosa. O fundinho da parte de baixo do meu biquini ficou todo molhadinho, e dessa vez não foi por causa da piscina.

Eu estava decidida. Depois de completar 40 anos eu percebia que as minhas chances de viver novas aventuras estavam diminuindo. Naquele momento eu tinha uma linda mulher nos meus braços, 10 anos mais jovem do que eu, e ela estava cheia de tesão. Era a hora perfeita para eu realizar a fantasia que eu estava guardando dentro de mim há muito tempo.

Enquanto nos beijávamos eu procurei os seios da Nayane com minhas mãos e os apertei levemente, massageando. Depois desci minha boca até o seu pescoço.
- Lucianaaaaaa... meu deussssss... está tão gostosoooo... ahhhhhhh...! - ela gemeu deliciosamente, deixando eu perceber que ela estava adorando o que eu estava fazendo.

Enfiei uma mão no meio das pernas dela e senti o calor de sua buceta por cima da calcinha de seu biquini. Nosssaaaaa!! Minha amiga estava muito excitada.
- Vamos para o seu quarto?... vamos? - falei e ela apenas sorriu, concordando. Então eu a abracei por trás e a guiei até o seu quarto, sempre dando beijinhos em sua nuca, com seus longos cabelos jogados de um lado.

- O que você vai fazer comigo, heim? - a Nayane sussurrou quando eu a deitei gentilmente em sua cama.
- Você já vai saber... foi mexer com fogo... agora vai ter que aguentar! - falei e um sorriso lindo se desenhou no rosto dela.

Comecei a beijar o pescoço dela e fui descendo, em direção aos seus enormes seios. Quando encontrei um de seus mamilos e o chupei, minha amiga soltou um gemido de puro prazer.

Enquanto eu chupava seus seios, enfiei minha mão dentro de seu biquini e encontrei uma bucetinha ansiosa e molhadinha. Com jeitinho enfiei meu dedo dentro da Nayane e procurei seu ponto G. Seu corpo deu uma tremidinha involuntária e seus olhos brilharam, me encarando fixamente.

- Lucianaaaaaa... meu deusssssss... faz tanto tempo que eu queria isso! - ela murmurou e me segurou firme pelos cabelos, me puxando para ela, para mais um beijo super apaixonado. Senti suas mãos desabotoando a parte de cima do meu biquini e liberando meus seios, cujos biquinhos já estavam durinhos de tanto tesão.

- Ohhhhh... Nayane... isso é loucura, sabia?
- Sim! - ela sussurrou. - Mas vamos pensar nas consequencias depois... continua... por favor! - a voz dela soou fraca, devido aos tremores que atingiam seu corpo. Desci beijando sua barriga, em direção ao seu umbigo. E a minha cabeça estava à mil por hora. Eu estava me sentindo como uma colegial, prestes a realizar uma fantasia.

Na minha mente eu previa o que ia acontecer em seguida, e era a mesma sensação que uma garota sente quando vai dar a buceta pela primeira vez. E era isso mesmo. Eu estava prestes a fazer sexo com uma mulher pela primeira vez. E, em vez de um pênis enfiado no meio das minhas coxas, eu tinha agora uma bucetinha linda e cheirosa, igual a minha.

E meu nervosismo aumentou quando prendi meus dedos na lateral da calcinha do biquini da Nayane e fui puxando para baixo, revelando uma xoxotinha pequena, lisinha, completamente depilada.
- Ahhhhhhhhhhhh... Ssssssssssssss... Lucianaaaaaaaa...!! - ela gemeu quando beijar a parte interna de suas coxas, dando leves lambidinhas. Em seguida voltei a atenção para a sua buceta.

Por ser a primeira vez que eu estava fazendo isso, eu não sabia muito bem o que fazer, mas eu, com certeza, sabia o que eu gostava. Encontrei o clitóris dela com a minha língua e comecei a brincar com ele, massageando, apertando, lambendo, beijando, sugando. E ela deixando escapar os gemidos mais gostoso de se ouvir, com aquela voz rouca dela.

Encaixei dois dedos na buceta dela e novamente encontrei seu ponto G. Enquanto eu trabalhava meus dedos dentro dela eu concentrei minha língua em seu clitóris. Não demorou muito e senti suas mãos firmes em minha cabeça.

- Hummmmmm... delíciaaaaa... isso, amiga... issso... Luciana de deusss... ohhhhhh... que gostosoooooooo...! - ela gemia e levantava sua pélvis de encontro à minha boca, prendendo minha cabeça com suas coxas.

Então, sem qualquer aviso, o orgasmo da Nayane a atingiu como um terremoto. A coitadinha soltou um gritinho e começou a se contorcer toda, revirando os olhos. Sua xoxotinha ficou toda melada e suas mãos seguraram firme a minha cabeça, para ter certeza que a minha língua ia ficar alí, no grelinho dela, até ela parar de gozar.

- Vem cá... vem! - a Nayane me falou depois de se recuperar de seu orgasmo. Me deitei em cima dela e trocamos um beijo super delicioso, cheio de tesão.
- Você gostou? - perguntei.
- Hummmm... adorei, sua assanhada! - ela falou e começamos a rir. - Agora vamos tomar um banho juntas... tenho uma surpresa pra você!

Ela falou isso e já foi me arrastando para o banheiro.
- Fica aí que já volto! - ela disse e voltou para o quarto. Não demorou muito e ela reapareceu com alguns brinquedos eróticos. Pude ver um vibrador, um pênis de borracha e um strap-on, aquela cinta com uma prótese peniana presa. Na hora percebi que eu não era a primeira mulher a ficar com ela, e que eu estava, seguramente, em boas mãos.

A primeira coisa que ela fez foi grudar o pênis de borracha na parede do banheiro. E ele ficou alí, balançando na minha frente, convidativo. E a água do chuveiro descendo sobre nossos corpos.
- Hummmmmm... o que você pretende com isso, heim? - perguntei a ela com um sorriso, e nossas bocas se encontraram novamente.

- Você já vai descobrir... vem aqui... vem! - ela falou e, me colocando de costas para ela, foi me empurrando gentilmente até eu entender o que ela queria. Encaixei minha buceta no pênis grudado na parede e a Nayane ficou me abraçando por trás, beijando minha nuca e me bolinando à vontade. Depois que o consolo de 22cm entrou mais da metade eu comecei a rebolar minha cintura nele.

- Agora vou te dar um presentinho, tá? - ela falou e prendeu o strap-on em sua cintura. Devo confessar que minha amiga ficou linda com aquele outro pênis balançando entre suas pernas. E então ela veio por trás de mim. Senti seus dedos passarem um pouco de cuspe na entradinha do meu ânus, e antes que eu pudesse raciocionar, a Nayane estava fodendo o meu cú. Meu deusss! Que loucura!

Pela primeira vez na minha vida eu estava sendo duplamente penetrada. Eu empurrava minha buceta no pênis grudado na parede e a Nayane vinha por trás, me penetrando fortemente no cú, com seu strap-on. Ao mesmo tempo ela massageava meus seios e esfregava seus dedos em meu clitóris.
- Goza, Luciana... goza bem gostoso pra eu ver... goza, sua safadinha! - ela sussurrou no meu ouvido.

Ela nem precisou pedir de novo. Soltei um grito de mais puro prazer e gozei como louca. Senti um choque elétrico percorrer o meu corpo por completo. E minha amiga alí, cochichando no meu ouvido e me apertando contra a parede. Meu gozo foi tão forte que tive que me sentar no chão do banheiro para me recuperar. Nesse momento a Nayane veio e se sentou em cima de mim, beijando minha boca novamente. E a água do chuveiro quentinha, nos molhando completamente.

Ficamos nos agarrando mais alguns minutos e depois foi a minha vez de colocar o strap-on em mim e meter na buceta dela. Que delícia ver a Nayane gozando pra mim daquele jeito. Depois, já exaustas, terminamos nosso banho e fomos nos preparar para a chegada de nossos maridos, já que o plano envolvia sairmos os quatro à noite para jantarmos.

Eu mal tinha terminado de me arrumar quando meu marido chegou, antes do esposo da Nayane. Fui até ele, toda sorridente, e me joguei em seus braços, dando-lhe um beijo super apaixonado. Assim que nos separamos, ele ficou me olhando, um pouco confuso.
- Mais tarde eu te conto, tá?... mas eu acho que a nossa vida sexual vai ficar muito mais gostosa a partir de hoje! - sussurrei em seu ouvido.

Logo o Walter, esposo da Nayane, chegou e saímos para jantar. O resto da noite transcorreu sem maiores surpresas, a não ser as vezes que eu fui ao banheiro com a Nayane. Nesses momentos aproveitamos para nos beijar e nos tocar. Meu deussss! Ao chegar em casa eu montei no meu marido e fudemos como se o mundo fosse acabar. Mas a minha cabeça estava na Nayane, e nos nossos próximos encontros. 

Dei minha buceta em um banheiro público do centro de convenções

Dei minha buceta em um banheiro público do centro de convenções

Sempre tive a fantasia de transar em banheiros, principalmente banheiros públicos, com muita gente ao redor e o perigo de ser flagrada no ato. Isso me seduzia desde que eu comecei a me interessar por sexo. No entanto, eu nunca tinha tido a chance de realizar essa fantasia, o que me deixava extremamente chateada.

Assim, com o passar do tempo fui esquecendo disso. Até chegar a oportunidade que eu não deixaria escapar por nada. Meu nome é Nicolle, sou Fisioterapeuta, pele branquinha, um pouquinho de sardas no rosto, cabelos castanhos, magrinha, bunda redondinha e pequena, jeitinho delicado e muito discreta. Apesar de eu já ter meus 26 anos, meus pais ainda acreditam na minha inocência. Ah, se eles soubessem.

No último ano da faculdade eu fui com algumas amigas participar de um Congresso de Fisioterapia na capital do meu estado. Essas viagens eram sempre bem-vindas, pois eu as aproveitava para transar bastante, longe dos olhares dos meus pais, parentes e conhecidos. Fora da minha cidade eu me transformo na putinha mais gostosa que os homens já experimentaram. Já cheguei até mesmo a transar com dois rapazes em um quarto de hotel.

Esse congresso aconteceu em dois dias, quinta e sexta. No primeiro dia correu tudo muito tranquilo. Depois das palestras eu saí com minhas amigas e alguns rapazes que conhecemos para curtir a noite. Rolou alguns beijos e amassos, mas nada de sexo. No segundo dia eu estava estressada e ansiosa, pois não tinha aparecido nenhum cara que despertasse interesse em mim, e eu não queria voltar para casa sem gozar num pau bem grosso e duro.

Logo após o almoço as palestras começaram a ficar chatas ao extremo, o que foi provocando sono na maioria dos participantes. Eu já estava quase dormindo na poltrona quando percebi um rapaz moreno e alto me olhando ocasionalmente. Meu sangue gelou. Na hora a fantasia de fazer sexo no banheiro voltou à minha cabeça. E aquele Centro de Convenções parecia ser o lugar perfeito. E ainda mais com um cara completamente estranho. Nossaaaa! Minha pepeca começou a ficar molhadinha.

Devolvi os olhares que ele estava dirigindo a mim e ficamos nesse namoro à distância, cada vez mais intenso. Até que não resisti e falei só com os lábios: "ba-nhe-iro". Ele sorriu e só balançou a cabeça, concordando. Minha buceta piscou descontrolada. Era bom demais pra ser verdade. Eu ia dar para um desconhecido, em um banheiro público. Finalmente minha fantasia ia se tornar realidade.

Enquanto todos fingiam estar prestando atenção ao palestrante, eu avisei minhas amigas que eu não estava me sentindo bem e que ia ao banheiro molhar o rosto e ficar um pouquinho por lá. Elas estavam tão concentradas em seus celulares que pareceram nem entender o que eu tinha falado. Saí em direção aos banheiros e, ao olhar para trás, vi que o rapaz já tinha se levantado e também procurava um jeitinho de sair do auditório também.


Eu estava tão nervosa que mal conseguia andar. Sempre fui boa em andar de saltos, mas minhas pernas ficaram bambas. Que loucura!! Meu corpo se tremia todinho e fiquei com medo de não conseguir disfarçar minhas intenções ao passar pelas assistentes do evento. Mas fui em frente. Abaixei o meu olhar e fui em direção ao banheiro feminino que ficava no andar acima de onde estávamos.

Entrei no banheiro com o coração querendo sair pela minha boca. Havia duas meninas retocando a maquiagem e conversando. Entrei em uma das cabines e tentei fazer xixi, mas nada saiu, tamanho era o meu nervosismo. Mesmo assim eu fiquei disfarçando. Quando as duas sairam eu fui até a entrada do banheiro e a tranquei. Menos de 5 segundos depois ouvi umas batidinhas e senti a adrenalina correr pelo meu sangue.

Abri a porta e o rapaz entrou. Nossaaaa!! Pude ver só tesão nos olhos dele. De imediato tranquei a porta de novo e parti pra cima dele, empurrando-o contra a parede e já me atirando em seus braços. Em segundos nossas bocas se encontraram em um beijo desesperado e cheio de excitação. A língua dele encontrou a minha no exato momento que senti suas mãos na minha bunda, apertando fortemente as minhas nádegas.

- Ahhhhhhhhhhh... que loucuraaaaa... ohhhhhh... faz comigo... faz... faz bem gostoso... nosso tempo é muito curto!! - gemi no ouvido dele e o safado ficou mais louco ainda, me apertando, beijando o meu pescoço e enfiando a perna dele no meio das minhas. Ohhhhhhh! Que delícia! Esfreguei minha buceta na coxa dele e senti meu grelo vibrar de prazer.

- Vira de costas pra mim... isso... assim... coloca os braços na parede... isso, gatinha... encosta mais... assim... perfeita... empina o corpo um pouco agora! - ele pediu e fiquei exatamente do jeito que ele queria, com o meu rosto colado na parede do banheiro e ele me agarrando por trás, bem forte, apertando meus peitinhos com suas mãos fortes e atrevidas.

- Vamos... por favor... vamos fazer... bem rápido... não temos muito tempo... ahhhhhhhhhhh... faz comigo... faz bem gostoso... uhhhhhhhh... não aguento mais...! - sussurrei e bem depressa desaboteei minha calça, abri o zíper e a desci até o meio das minhas coxas, junto com a minha calcinha.
Empinei minha bunda e fiquei totalmente disponível pra ele meter em mim. O risco de sermos pegos naquele banheiro me deixou tão excitada que minha buceta melou de tal forma que chegava a escorrer pelas minhas coxas.

- Que bundinha mais gostosa, gata... vou enfiar até o talo nessa xoxotinha! - ele falou e percebi que ele estava descendo sua calça. Fechei os olhos, pois eu nem queria ver se o pau dele era pequeno ou grande. Eu queria era pau na minha buceta, queria ser castigada por uma rola bem dura, sem me importar com o tamanho.

- Ahhhhhhhhhhhhhhh... ahhhhhhhhh... ohhhhhhh... uhhhhhhhh... meu deusssss...!! - soltei uns pequenos gritinhos quando a cabeça da pica dele forçou e a entrada da minha buceta cedeu, deixando deslizar tudo pra dentro de mim. Era um pênis grosso, duro, cabeçudo, que me invadia a cada estocada, cada vez mais fundo. E eu alí, espremida contra a parede do banheiro, louca de tesão, e medo de ser flagrada dando a xoxota daquele jeito.

- Gostosa... ahhhhh... sua deliciosa... safadinha... que bucetinha mais apertadinha... ohhhhhhhh... empina essa bundinha... isso... empinha mais... assimmmm... ahhhhhhh...!! - ele falava e me apertava em seus braços. O pau dele entrava e saía da minha xoxota em um rítmo muito acelerado. Sua respiração estava forte na minha nuca, e isso fazia o meu orgasmo se aproximar. Eu ia gozar na piroca dele.

- Meteeeeee... meteeeee... isssoooo... mais fortee... mais forteeee... ohhhhhhhhhhhhhhhhhh... mais... mais... assimmmmmm... meu deussssss... vou gozarrrrrr... vou gozarrrrr...!! - gemi desesperada e o barulho de "flop, flop" ficou bem alto, devido à dilatação da minha pepeca. Até que não aguentei mais e um fogo delicioso subiu pelas minhas pernas. Gozei tão gostoso que fiquei mole. Minha sorte foi que o rapaz era forte e me segurou em seus braços.

Depois do meu orgasmo a minha vista escureceu e fiquei até boba, parecendo uma boneca de pano. Nessa hora ele me apertou ainda mais contra a parede e deu umas metidas realmente fortes, quase tirando os meus pés do chão. Em seguida o gozo dele veio. Senti o primeiro jato de porra me queimar por dentro. Me assustei e meus olhos quase saltaram para fora do meu rosto. Ele estava me comendo sem camisinha e eu não tinha percebido.

- Meu deussssssss!!!... você é louco?!?... não era pra gozar dentro não!!! - falei e joguei meu corpo para a frente. O pau dele saiu de dentro de mim e continuou esporrando no meio das minhas nádegas, lambuzando meu cú e a minha buceta.

Que raiva que fiquei! Ele continuou gemendo na minha nuca por mais uns 5 segundos, até me soltar. Então, sem falar nada, ele só levantou a calça e a cueca, guardou o pau e saiu do banheiro, me deixando lá sozinha.

Rapidamente eu corri para umas das cabines e comecei a limpar minha pepeca com papel higiênico. E foi aí que a raiva aumentou mesmo. Minha calça e minha calcinha estavam completamente lambuzadas de esperma. "Que droga!", pensei. Como eu ia voltar para o auditório daquele jeito? A saída foi limpar o que consegui e ligar para uma das minhas amigas ir até lá me ajudar. Por sorte ela tinha uma saia na bolsa e me emprestou. Menti pra ela que eu tinha vomitado na minha calça.

Nem tive mais coragem de voltar para o auditório. Em vez disso eu fui para os degraus na frente do centro de convenções e fiquei lá sentada, pensando no que tinha acontecido, e pensando também no rapaz. Não trocamos números de telefone, nem e-mail, nem nada. Mas acho que foi melhor assim, pois eu nunca mantenho contato com homens que conheço fora da minha cidade, até para não ter problemas com o meu namorado fixo.


Fiquei uns 10 minutos sentada, esperando o evento terminar para eu ir para o hotel com as minhas amigas. De repente senti a porra que tinha conseguido entrar dentro de mim descer para o fundo da minha calcinha. Um arrepio de preocupação tomou conta de mim. Eu nem conhecia aquele cara. Como fui deixar ele me comer sem camisinha? Fiquei pensando nisso por vários dias. Felizmente não peguei nenhuma doença, e hoje sou mais cuidadosa em relação a isso.

Quem tiver fantasias loucas assim e ainda não conseguiu realizar, deixe nos comentários. Vou adorar ler as safadezas que vocês escreverem. Beijos a todos do site!

Esposa safada e boazinha

Esposa safada e boazinha

Bom, estou quase explodindo de tanta vontade que tenho de contar minha vida íntima pra alguém. Foram tantos acontecimentos que fico meladinha só de relembrar. Então, espero que gostem e comentem o meu conto real. Só vou trocar os nomes para tornar nossa identificação mais difícil.


Meu nome é Carla, tenho 37 anos e sou casada há 10 anos com o Marcos. Eu e meu marido temos a mesma idade, com apenas alguns meses de diferença. Tenho dois filhos: uma menina de 18 anos e um garoto de 9 anos. Eu e meu esposo temos uma pequena fábrica, porém vivemos uma "vida normal", como de qualquer outra pessoa.

Meu marido sempre foi viciado em sexo, desde a época que a gente namorava. Mas eu nunca fui assim, e fazia mesmo só para suprir as suas necessidades. Nos primeiros anos do nosso casamento ele queria meter toda hora. Eu não podia passar na frente dele que seu pau já ficava duro e ele partia com tudo pra cima de mim.

Até que, mais ou menos em 2010, começamos a brincar na hora do sexo. - Ahhhhhhh... que delícia de buceta, Carla... ohhhhhhh... vou te foder gostoso, minha putinha... e depois vou meter minha rola naquela sua amiga que veio aqui hoje! - ele falou no meu ouvido durante uma de nossas transas.

Nossaaaaa!! Meu marido estava com vontade de foder a Leila, minha amiga e vizinha. Quando ele falou isso eu cruzei minhas pernas ao redor da cintura dele e puxei ele pra mim. Fiquei completamente louca, com a buceta babando de tanto tesão.

- Seu safadooooo... ahhhhhh... cachorrooooo... seu sem-vergonhaaaaa... fode, Marcos... fode gostoso, meu bem... você quer comer a buceta da minha amiga, não quer?... come a minha pensando nela... ohhhhhhhhh...!! - me derreti todinha e tive um dos melhores orgasmos da minha vida.

Meu marido ficou tão excitado por eu ter aceitado a brincadeira que ele não conseguiu mais segurar e gozou gostoso dentro de mim, deixando minha xoxota cheinha de esperma quentinho. Dormimos abraçados e felizes. Era a primeira vez que eu realmente estava curtindo dar minha buceta.

Nos dias que se seguiram, as nossas transas foram ficando cada vez mais safadas. A gente agora só fodia falando sobre as minhas amigas. E eu gozava várias vezes. Bastava ele falar que ia enfiar os dedos dele na buceta das minhas amigas, que ficavam indo pra minha casa com aquelas calças de ginástica, aparecendo aquele capô de fusca gordo.

Eu ficava louca de tesão e mordia meu marido todinho, beijando sua boca e pedindo pra ele me foder com mais força ainda. Que loucura!
- Ohhhhhhhhhh... meu bem... seu safadooooo... fala o que você tem vontade de fazer com a minha amiga... fala... cachorrooooooooo... ohhhhhhh!! - eu gemia igual uma quenga, daquelas bem putinhas mesmo.

- Eu queria foder aquela bucetona dela, Carla... minha mão coça de tanta vontade de passar a mão bem gostoso naquela safada, de meter a mão na bunda dela!! - o Marcos falava e me castigava sem dó no pau dele. Quando eu ouvia aquilo eu me melava tanto que o saco dele ficava todo lambuzado do gozo que escorria de dentro de mim.

No dia seguinte, quando a Leila chegava na minha casa pra gente conversar, eu ficava com meu coração batendo forte, com medo do meu marido fazer aquilo que ele falava à noite. Com certeza minha cara ia rachar de vergonha se ele chegasse e metesse a mão na bunda da minha amiga, pois eu não saberia a reação dela. Mas ele se comportava e não fazia nada.

O pior é que isso me dava um tesão tão grande que quando chegava à noite, eu transava com ele falando só sobre ela. A piroca dele envernizava dentro de mim, deslizando gostoso na minha buceta.

- Mete, Marcos... mete gostoso na bucetinha da Leila... você está metendo nela, está?... você está fodendo a rachinha da minha amiga?... ahhhhhhhhh... seu safado... ohhhhhhh... meu deussssss... me fode... me fode...!! - eu gemia como louca na vara dele, provocando-o cada vez mais.

- Sim... sua safada gostosaaaaaa... vou meter gostoso na Leila igual meto em você... minha cachorrinha safadaaaaaa... vou foder a buceta dela bem na sua frente, Carla... e vou gozar na cara de vocês duas... ahhhhhhhhh... que delícia, amor... rebola nesse pau... rebola!! - meu marido falava e empurrava a pica em mim cada vez mais forte, e eu ia à loucura.


Um belo dia eu combinei com o meu marido de irmos a um baile Funk. Convidei a Leila pra ir com a gente e ela topou na hora. Nossa!! Ela estava arrasando, com uma calça bem apertada e um blusa bem justa. Chegamos no baile e logo começamos a dançar.

Eu reparava que meu marido olhava muito para ela, sem que ela percebesse, é claro. Os olhos do tarado passeavam pela seios dela, pela bunda, e pelo volume de sua buceta naquela calça apertada. E eu só observando e já sentindo minha buceta ficar molhadinha, com muita vontade de subir no pau do Marcos e foder ele até eu não aguentar mais.

Ficamos um tempão dançando, eu e ela juntas, e meu marido só observando. Com certeza ele estava pensando em como seria gostoso meter na minha amiga. Depois de um tempo resolvemos ir embora e entramos na fila da porta da saída. Eu fui na frente, meu marido atrás de mim e a Leila atrás dele. Logo saímos do baile e fomos embora.

Assim que chegamos, a Leila desceu do nosso carro e foi para sua casa e eu e o Marcos entramos na nossa. Depois de olhar nossos filhos e ver que estava tudo bem eles a gente foi para o nosso quarto. Mal entramos e o Marcos já foi tirando a minha roupa.

- Tenho que te contar uma coisa... vem aqui, vem...! - ele sussurrou no meu ouvido. Bastou isso pra eu ficar louca de vontade de trepar. Eu sabia que ele ia falar alguma coisa da Leila. Me deitei na cama e já puxei ele pra cima de mim.
- Fala, amor... fala... meu gostosão!! - gemi baixinho e comecei a beijar sua boca.

- A Leila pegou no meu pau!
- Hummmm... sério?!?... me conta como foi... me conta!! - pedi toda dengosa e tirei a roupa dele, lentamente, mordendo seu pescoço e passando minhas unhas em suas costas.

- Na hora da fila pra gente vir embora eu peguei na mão dela e coloquei no meu pau, que estava muito duro, Carla... e ela deu um apertão tão gostoso!!! - meu marido falou e já foi abrindo minhas pernas. Gemi quando o pau dele entrou na minha buceta toda melada, só de ouvir ele falar aquelas coisas.

- Ohhhhhhhh... amor... me fode bem gostoso... fode... você gostou da mão da Leila no seu pau?... gostou?... me fala... fala que você gostou... ohhhhhhhh... seu tarado gostoso... fica querendo comer minha amiga... ohhhhh... fode, amor... fode essa buceta todinha...! - eu falava e gemia. Só este pequeno detalhe já bastou pra gente ter uma noite louca de amor.

No dia seguinte a Leila chegou na minha casa muito sem graça, e eu já sabia o motivo. Me fiz de desentendida, até que ela não aguentou mais e desabafou.
- Carla, eu nem sei por onde começar... meu deusss... estou com tanta vergonha de falar isso!
- Pode falar, Leila... o que foi? - perguntei com a voz bem calma.

- Ontem... no baile... eu peguei no pau do Marcos!... me desculpa... não sei onde eu estava com a cabeça... eu... eu nunca pensei em fazer nada com ele!
- Fica tranquila, Leila! - falei e segurei sua mão. - Ele me contou, amiga... e eu sinto muito prazer em ver meu marido com outra mulher!

- Sério?!? - ela me olhou espantada.
- Bem... ele nunca ficou com outra mulher na minha frente... e acho que você foi a primeira com quem ele foi mais atrevido... mas acho que eu adoraria ver ele transando com outra mulher... fico louca só de pensar nisso!

- Nossaaaa!! Que loucura... se eu fosse casada eu acho que eu não deixaria meu marido fazer isso não! - minha amiga falou e logo mudamos de assunto. Vários dias se passaram e tudo correu normalmente. A minha amizade com ela continuou a mesma e o meu marido sempre me comendo e falando da Leila e das minhas outras amigas.

Algumas semanas depois a gente saiu juntos novamente, eu, meu marido e a Leila, e fomos para o mesmo baile. Eu com um shorts curtinho e a Leila com uma mini-saia super curtinha e provocante. Qualquer movimento que ela fazia já dava pra ver sua calcinha. Além disso, ela estava com uma blusa apertadinha, mostrando o umbigo.


Assim que entramos no baile a gente já começou a beber e a dançar. Nós três estávamos bem animados e logo a Leila foi se soltando e começou a se exibir para o meu marido. Ele ficava atrás dela e ela ficava esfregando a bunda na piroca dele, bem na minha frente.

Eu estava adorando ver aquilo. Minha amiga descia e subia nele, esfregando o bumbum nele e deixando aparecer sua calcinha pequenina. Quando mais ela dançava mais sua sainha subia e já dava pra ver claramente a calcinha enfiada todinha na racha da bunda. Meu deusss!! Que tesão que me deu. Fiquei muito excitada mesmo.

Meu marido me abraçava, me beijava e passava as mãos por todo o meu corpo, sem dar a mínima para a minha amiga. A atenção dele era toda minha, e eu sabia que ele só queria a buceta dela e mais nada. Ficamos nessa pegação quase a noite toda, e eu louca pra chegar em casa logo e meter com o Marcos.

Finalmente resolvemos ir embora e, no meio do caminho, meu marido começou a mexer na minha buceta, por cima do meu shorts, com o carro em movimento, e minha amiga no banco de trás, sem perceber o que estava acontecendo, já que ela estava bem atrás de mim.

A gente conversava normalmente, rindo e brincando. E os dedos do meu esposo só alisando minha xoxota, deixando ela cada vez mais molhadinha. De repente ele parou o carro debaixo de uma árvore, em uma rua mais deserta e escura.
- O que foi? - perguntei, curiosa.

- Nada... vamos brincar um pouco?... Leila, fica sentada mais aqui, no meio do banco, e tira sua calcinha! - meu marido falou, na maior naturalidade.
- O que!?!? - a Leila perguntou assustada.
- Sim... isso mesmo... levanta sua saia e tira sua calcinha pra eu ficar vendo sua buceta! - o Marcos insistiu.

- Carla?!?!... olha o que o Marcos está me pedindo! - minha amiga me olhou, completamente confusa e indecisa.
- Pode tirar, Leila... hoje eu deixo... pode fazer o que ele está pedindo! - falei, no auge da minha excitação.

A Leila levantou sua sainha e tirou a calcinha, lentamente, sempre olhando para mim e para o meu marido.
- Meu deussss... que loucura!!!... você dois são loucos, sabiam? - ela falou e caímos os três na risada. Em seguida ela abriu bem as pernas e nos mostrou sua buceta gordinha e toda depilada.

Quando meu marido viu a xoxota da minha amiga ele quase ficou louco. Na mesma hora ele me agarrou e foi me colocando de joelhos no banco do passageiro, com a bunda bem empinada.
- Marcos... o que você vai fazer?!?... pode passar gente aqui! - tentei protestar.

Meu esposo nem se importou. Em segundos ele abaixou meu shorts e a minha calcinha e veio por trás de mim, me apertando contra o banco.
- Vou comer você na frente da Leila, Carla... pra ela ver como eu meto gostoso na sua buceta! - ele falou e já foi abaixando suas calças.

- Ohhhhhhhhhhhh... amor... que gostosooooo... delíciaaaaaa... ahhhhhh...!! - gemi deliciosamente quando seu pau entrou na minha buceta encharcada. Rebolei minha bunda e me empinei ao máximo pra ele enfiar bem fundo em mim.
- Ahhhhhhhhhh... essa minha mulher é muito gostosa, não é, Leila? - o Marcos falou e começou um vai-e-vem delicioso, me apertando em seus braços.

- Sim... Marcos... ela é linda e muito gostosa! - minha amiga falou. Nessa hora eu olhei pra ela e percebi que ela estava com a mão na xoxota, se tocando enquanto via meu marido me foder.
- Fala pra ela, Carla...! - o Marcos falou no meu ouvido. - Fala pra ela o que eu estou fazendo com você!

Que loucura! Além de estar me comendo na frente da minha amiga, o meu marido ainda estava me pedindo pra eu narrar o que ele estava fazendo comigo. Era muita safadeza, e das mais gostosas.
- Ele... está metendo na minha buceta, Leila... por trás... meu marido está me fodendo todinha... ahhhhhhhhhhh...!! - falei entre gemidos.


Eu nunca tinha visto meu marido daquele jeito, tão fogoso, e tão criativo. Enquanto ele metia em mim, com força, ele enfiou seus dedos na buceta molhada da minha amiga. Que delícia ver aquilo!

- Carla... meu deussssss... você dois são loucos... ahhhhhhhhh... vou gozarrrrr... amigaaaaaaa... vou gozar na mão do seu maridooooo...!!! - a Leila começou a gemer e a falar essas coisas. Não consegui segurar mais e explodi em um orgasmo maravilhoso, na mesma hora que o Marcos enchia minha buceta de porra quentinha.

- Agora vou chupar o pau dele, Leila... e engolir todo o restinho de porra...!! - falei e caí de boca na rola do meu marido, chupando e olhando para a minha amiga.
- Nosssaaaaaaa... que loucuraaaaaa... eu nunca tinha feito isso, Carla... que delíciaaaa...!! - a Leila disse e caímos os três na risada.

Vestimos nossas roupas e meu marido pegou o caminho de casa, pois já era muito tarde. No banco de trás a Leila começava a cochilar, com um sorriso no rosto, de quem tinha acabado de gozar bem gostoso. E olha que o meu marido só tinha tocado na buceta dela.

Quando a Leila desceu e foi para a sua casa, eu e meu marido entramos. Em poucos minutos a gente já estava me nossa cama, pelados e prontos pra foder novamente. Mas vou terminar esse conto por aqui, porque vai ficar muito grande. Mas isso é apenas o começo (2010). Tenho muitos contos pra compartilhar com vocês.

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